NONADA
Educação e Instrução; uma película tênue separa esses dois termos, que se complementam na dimensão do aprendizado. A educação abarca a instrução enquanto modalidades de saber a se adquirir, modos de fazer e de ser. O processo educativo lida com o encantamento, a sedução, o prazer de conhecer, que podem ser surrupiados pelo intransigente mercadológico, emblemática coisa nenhuma feita de migalhas de ouro e prata, no embevecido enleio de um saber sorrateiro, enganoso e pululento.
A professora tomava mão à régua de madeira, comprida, para atingir a "cuca" do aluno levado que saltava correndo a derrubar sobre a mesa o tinteiro. Muitos anos tem esta frase, ela vem do tempo em que a escola existia para todos as idades e tamanhos. Agora subiremos ao ar para praticar o último programa de software educativo.
zzzzz !!! Alguém apagou a luz? Acendo o candeeiro. Haja fõlego para compartilhar as requerências das palavras que atormentam o insone escritor em busca de um texto. Deixa pra amahã, agora é hora do recreio no jardim de infância: pão com manteiga e café com leite na garrafa pequena de coca cola.
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
NONADA
Criar palavras é um prazer, quase infantil, um ato de liberdade do indivíduo na orla da arbitrariedade do signo, um gesto de atrevimento do ser criativo, que o conduz pelo discurso linguístico em imersão na lógica, na semiótica, dos contratos estabelecidos na esfera da comunicabilidade.
Podemos dizer tudo e não dizer nada. NONADA.
A invenção desta palavra é atribuída a João Guimarães Rosa, em seu ontológico romance "Grande Sertão Veredas". Mas, da invenção da palavra à definição de seus significados, outras trilhas se abrem, outra interpretação. Uma definição apressada diria que NONADA significa "coisa alguma", o que se pulveriza na leitura da frase que segue ao enunciado, em se tomando como exemplo a obra literária de Rosa:
" - Nonada. Tiros que o senhor ouviu foram de briga de homem não, Deus esteja. Alvejei mira em árvores no quintal, no baixo do córrego. Por meu acerto. Todo dia isso faço, gosto; desde mal em minha mocidade". (ROSA, 1988, p.1).
Com as tecnologias da informação e da comunicação, visíveis como um processo em permanente mutação através da internet, a criação e modulação da palavra é instantânea, mediada por máquinas: os computadores. Nesse contexto o papel impresso e a imagem estática são transfigurados pela Computação Ubíqua - Ubiquitous Computing (UBICOMP). A criação e a criatura se assemelham no mais novo tormento aos escritores. Nonadas passa a ser o dedo no gatilho e o estampido da espingarda.
A singularidade é que continuamos com o mesmo prazer infantil de criar textos e contar histórias, só que a ação é mediada por máquinas que também participam dos comandos de nossa mente. Nonadas.
Dicio: dicionário de português
Criar palavras é um prazer, quase infantil, um ato de liberdade do indivíduo na orla da arbitrariedade do signo, um gesto de atrevimento do ser criativo, que o conduz pelo discurso linguístico em imersão na lógica, na semiótica, dos contratos estabelecidos na esfera da comunicabilidade.
Podemos dizer tudo e não dizer nada. NONADA.
A invenção desta palavra é atribuída a João Guimarães Rosa, em seu ontológico romance "Grande Sertão Veredas". Mas, da invenção da palavra à definição de seus significados, outras trilhas se abrem, outra interpretação. Uma definição apressada diria que NONADA significa "coisa alguma", o que se pulveriza na leitura da frase que segue ao enunciado, em se tomando como exemplo a obra literária de Rosa:
" - Nonada. Tiros que o senhor ouviu foram de briga de homem não, Deus esteja. Alvejei mira em árvores no quintal, no baixo do córrego. Por meu acerto. Todo dia isso faço, gosto; desde mal em minha mocidade". (ROSA, 1988, p.1).
Com as tecnologias da informação e da comunicação, visíveis como um processo em permanente mutação através da internet, a criação e modulação da palavra é instantânea, mediada por máquinas: os computadores. Nesse contexto o papel impresso e a imagem estática são transfigurados pela Computação Ubíqua - Ubiquitous Computing (UBICOMP). A criação e a criatura se assemelham no mais novo tormento aos escritores. Nonadas passa a ser o dedo no gatilho e o estampido da espingarda.
A singularidade é que continuamos com o mesmo prazer infantil de criar textos e contar histórias, só que a ação é mediada por máquinas que também participam dos comandos de nossa mente. Nonadas.
Dicio: dicionário de português
NONADA
EDUCAÇÃO PESSOAL, uma atitude que todo educador deveria ter para consigo, uma autoavaliação, que nos torna melhores em nossas vidas e em nossas práticas profissionais.
Silêncio, sugiro ler o texto do escritor e professor José Manuel Moran, em seu blog
. Acessado em: hoje.
Tive o prazer de conhecer o professor Moran num encontro sobre o ensino a distância, em Belo Horizonte, no século passado.
Ao ler seu post: "Construindo uma vida mais plena" re-vejo que alguns homens nascem póstumos, como queria nosso mestre "Guima" (João Guimarães Rosa), estes sempre se renovam em multiplicante evolução. Vivem no logos heraclítico (Heráclito): "tudo é a mudança", e conseguem ser "em movimento".
Salve professor Moran!
Mira:
EDUCAÇÃO PESSOAL, uma atitude que todo educador deveria ter para consigo, uma autoavaliação, que nos torna melhores em nossas vidas e em nossas práticas profissionais.
Silêncio, sugiro ler o texto do escritor e professor José Manuel Moran, em seu blog
Educação humanista inovadora
Disponível em: aquiTive o prazer de conhecer o professor Moran num encontro sobre o ensino a distância, em Belo Horizonte, no século passado.
Ao ler seu post: "Construindo uma vida mais plena" re-vejo que alguns homens nascem póstumos, como queria nosso mestre "Guima" (João Guimarães Rosa), estes sempre se renovam em multiplicante evolução. Vivem no logos heraclítico (Heráclito): "tudo é a mudança", e conseguem ser "em movimento".
Salve professor Moran!
Mira:
Pensar em si e no mundo
Existir num "por si"
A estar num flanar do ar.
São múltiplos os olhares que a imaginação oferece.
Mais belos ficam quando o interior de nosso ser é como a criança
que aprende e desaprende o mundo a cada novo instante.
A imagem acima está no site: http://www.feriasbrasil.com.br/rn/natal/pirangidonorte.cfm É de Pirangi do Norte, um recanto deste Brasil que amamos, e queremos melhor, em humanidade, em verdades éticas, em trasnparências públicas.
@NONADAs: QUAL O FUTURO DOS NOSSOS ÍNDIOS?
@NONADAs: QUAL O FUTURO DOS NOSSOS ÍNDIOS?
NONADA
O futuro de nossos índio é o próprio futuro nosso, não poderemos pensar um país mais justo sem nossos ancestrais, sem o ribombar do vento nas pedras da cachoeira, sem o gemido da ema. Sucuri, tacapé, vatapá, nossa língua é mais morta do que ... Vive a se nutrir dos balbucios, gestos arrebatados de coragem e segredos, nomes ocultos do medo, impronunicáveis, mas que não se calam em nossos mouros ouvidos.
Quero caminhar na areia do rio. Pescar o lambari na lagoa, a traíra, urutu, sanhaço, cobra de vidro, construção. Um navio deixou o porto, outro atracou na terra. Quero seguir viagem e deixar o amigo feliz em seu torrão natal.
Não quero o medo. Brinquedo. Menino quero a vida que sempre chega no final da tarde, em neblina e algazarra de pardais no terreiro.
As crianças no chão recolhem palitos e dedos para um batalhão de soldadinhos de barro, inimigos, monstros, alienígenas, se progamarem em games virtuais, alimentados pelo pensamento. Na outra margem índios mergulham nas águas dos rios. Nús. Aqui e ali o tiro é de quem viu primeiro.
"Faremos tudo o que seu mestre mandar". Não.
NONADA
O futuro de nossos índio é o próprio futuro nosso, não poderemos pensar um país mais justo sem nossos ancestrais, sem o ribombar do vento nas pedras da cachoeira, sem o gemido da ema. Sucuri, tacapé, vatapá, nossa língua é mais morta do que ... Vive a se nutrir dos balbucios, gestos arrebatados de coragem e segredos, nomes ocultos do medo, impronunicáveis, mas que não se calam em nossos mouros ouvidos.
Quero caminhar na areia do rio. Pescar o lambari na lagoa, a traíra, urutu, sanhaço, cobra de vidro, construção. Um navio deixou o porto, outro atracou na terra. Quero seguir viagem e deixar o amigo feliz em seu torrão natal.
Não quero o medo. Brinquedo. Menino quero a vida que sempre chega no final da tarde, em neblina e algazarra de pardais no terreiro.
As crianças no chão recolhem palitos e dedos para um batalhão de soldadinhos de barro, inimigos, monstros, alienígenas, se progamarem em games virtuais, alimentados pelo pensamento. Na outra margem índios mergulham nas águas dos rios. Nús. Aqui e ali o tiro é de quem viu primeiro.
"Faremos tudo o que seu mestre mandar". Não.
sábado, 3 de novembro de 2012
QUAL O FUTURO DOS NOSSOS ÍNDIOS?
NONADA
Triste história de nossas gentes. Covardia e esquecimento. Imagens da infâmia de um país que esquece seus antepassados.
http://www.prms.mpf.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/noticias/2011/09/puelito-kue-feridos
Fonte: Portal do Ministério Público Federal - Procudaria da República em Mato Grosso do Sul. Título: Puelito Kue - Feridos, última modificação em 08/09/2011.
Pyelito Kue - Feridos
Dia 23 de agosto de 2011:
- Eram oito horas da noite quando pistoleiros armados invadiram o acampamento dos índios guarani-Kaiowá, disparando projéteis de arma de fogo contra o grupo, incendiando suas barracas, destruindo suas provisões de alimentos, espalhando terror e medo no grupo indígena. As principais vitimas foram velhos e crianças, indivíduos indefesos, que não conseguiram fugir ao ataque feroz dos bandidos contratados para expulsar os índios de suas terras, reclamadas pela fazenda Cambará, em Iguatemi, sul de Mato Grosso do Sul.
imagem disponível em:
A destruição do acampamento está nas imagens abaixo; detalhes de cartuchos utilizados contra tumulto, recolhidos em Pyelito Kue, mostram a presença de milícias organizadas, neste ato de violência, visto como um genocídio:
http://www.prms.mpf.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/noticias/2011/09/puelite-kue-acampamento
A descrição da cena de covardia contra os índios guaranis-Kaiowá é oferecida por um dos líderes do grupo:
"Estávamos rezando, de repente chegaram dois caminhões cheios de homens, chegaram atirando, ordenaram parar queimar barracas e roupas e amarrar todos índios. Saímos correndo, em direção diferente. A 300 metros do local vimos as barracas queimando e muito choro. Faroletes e lanternas estão focando pra lá e cá, as crianças e idosos não conseguiram correr. Os meus olhos enlagrimando (sic) escrevi este fato. Quase não temos mais chance de sobreviver neste Brasil”
Números publicados no portal do Ministério Público Federal oferecem uma radiografia do abandono de nossos ancestrais índios, que entregam suas vidas ao destino sombrio da morte:
"dados do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), a cada seis dias, um jovem guarani e kaiowá se suicida. Nos últimos 32 anos, foram 1500 mortes. Essas informações são reforçadas pelo Mapa da Violência do Brasil, publicado em 2011 pelo IBGE. Segundo o documento, acontecem 34 vezes mais suicídios indígenas em Mato Grosso do Sul que a média nacional. Desde 2000, foram 555 suicídios, 98% deles por enforcamento, 70% cometidos por homens. A maioria deles na faixa dos 15 aos 29 anos.
A taxa de mortalidade infantil entre a etnia guarani e kaiowá é de 38 para cada mil nascidos vivos, enquanto a média nacional é de 25 mortes por mil nascimentos. Já a taxa de assassinatos - cem por cem mil habitantes – é quatro vezes maior que a média nacional. A média mundial é de 8,8."
Assim como os fatos, os números não mentem. A presença numérica das manifestações nas redes sociais reverteram o quadro de desânimo dos Kaiowás com a decisão do MPF: O Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo, suspendeu operação de retirada dos índios guarani-kaiowá do acampamento Pyelito Kue, atendendo a pedido da Fundação Nacional do Índio, após intensa mobilização de cidadãos na internet. O Ministério Público Federal tinha feito o mesmo pedido e foi contemplado pela decisão de hoje. Disponível em: <http://www.prms.mpf.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/noticias/2012/10/mpf-comemora-decisao-que-mantem-indios-em-terra-guarani-kaiowa-no-ms>. Acessado em 03 de novembro de 2012.
Triste história de nossas gentes. Covardia e esquecimento. Imagens da infâmia de um país que esquece seus antepassados.
http://www.prms.mpf.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/noticias/2011/09/puelito-kue-feridos
Fonte: Portal do Ministério Público Federal - Procudaria da República em Mato Grosso do Sul. Título: Puelito Kue - Feridos, última modificação em 08/09/2011.
Pyelito Kue - Feridos
Dia 23 de agosto de 2011:
- Eram oito horas da noite quando pistoleiros armados invadiram o acampamento dos índios guarani-Kaiowá, disparando projéteis de arma de fogo contra o grupo, incendiando suas barracas, destruindo suas provisões de alimentos, espalhando terror e medo no grupo indígena. As principais vitimas foram velhos e crianças, indivíduos indefesos, que não conseguiram fugir ao ataque feroz dos bandidos contratados para expulsar os índios de suas terras, reclamadas pela fazenda Cambará, em Iguatemi, sul de Mato Grosso do Sul.
A destruição do acampamento está nas imagens abaixo; detalhes de cartuchos utilizados contra tumulto, recolhidos em Pyelito Kue, mostram a presença de milícias organizadas, neste ato de violência, visto como um genocídio:
http://www.prms.mpf.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/noticias/2011/09/puelite-kue-acampamento
A descrição da cena de covardia contra os índios guaranis-Kaiowá é oferecida por um dos líderes do grupo:
"Estávamos rezando, de repente chegaram dois caminhões cheios de homens, chegaram atirando, ordenaram parar queimar barracas e roupas e amarrar todos índios. Saímos correndo, em direção diferente. A 300 metros do local vimos as barracas queimando e muito choro. Faroletes e lanternas estão focando pra lá e cá, as crianças e idosos não conseguiram correr. Os meus olhos enlagrimando (sic) escrevi este fato. Quase não temos mais chance de sobreviver neste Brasil”
Números publicados no portal do Ministério Público Federal oferecem uma radiografia do abandono de nossos ancestrais índios, que entregam suas vidas ao destino sombrio da morte:
"dados do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), a cada seis dias, um jovem guarani e kaiowá se suicida. Nos últimos 32 anos, foram 1500 mortes. Essas informações são reforçadas pelo Mapa da Violência do Brasil, publicado em 2011 pelo IBGE. Segundo o documento, acontecem 34 vezes mais suicídios indígenas em Mato Grosso do Sul que a média nacional. Desde 2000, foram 555 suicídios, 98% deles por enforcamento, 70% cometidos por homens. A maioria deles na faixa dos 15 aos 29 anos.
A taxa de mortalidade infantil entre a etnia guarani e kaiowá é de 38 para cada mil nascidos vivos, enquanto a média nacional é de 25 mortes por mil nascimentos. Já a taxa de assassinatos - cem por cem mil habitantes – é quatro vezes maior que a média nacional. A média mundial é de 8,8."
Assim como os fatos, os números não mentem. A presença numérica das manifestações nas redes sociais reverteram o quadro de desânimo dos Kaiowás com a decisão do MPF: O Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo, suspendeu operação de retirada dos índios guarani-kaiowá do acampamento Pyelito Kue, atendendo a pedido da Fundação Nacional do Índio, após intensa mobilização de cidadãos na internet. O Ministério Público Federal tinha feito o mesmo pedido e foi contemplado pela decisão de hoje. Disponível em: <http://www.prms.mpf.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/noticias/2012/10/mpf-comemora-decisao-que-mantem-indios-em-terra-guarani-kaiowa-no-ms>. Acessado em 03 de novembro de 2012.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
COMPARTILHAR ILUSÕES
NONADA
Quem me lê, me traduz. A frase de Roland Barthes diz sobre a necessidade da escritura de ter o leitor "em mente", e o escritor como serviçal deste pretenso sujeito de sua escrita.
Há quatro meses o comentário do escritor e professor Jose Ramon Santana Vazquez, anunciava a presença luxuosa do leitor neste blog:
- "ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO"
...traigo
ecos
de
la
tarde
callada
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...
desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ
COMPARTIENDO ILUSION
ANONADAS
CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...
ecos
de
la
tarde
callada
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...
desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ
COMPARTIENDO ILUSION
ANONADAS
CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...
Sem tradução. A poesia diz por si. Se substituímos uma palavra (espanhol) por seu equivalente, neste caso o português, o poema perde a ternura, a tinta lírica que o envolucra; noite callada não é o mesmo que noite silenciosa, poderia ser calada, silenciada. Em suma, o poema de Ramon ilustra o que Barthes disse no início deste texto; trata-se do leitor ideal, que doa a alma como um cravo num convite a participar desta interação leitor/ autor.
Vou ao espaço blogger do Ramon ... , seria interessante estender a conversa entre blogueiros e blogados, pintar nossas paisagens (Brasil - Espanha), pois temos muito o que aprender; uma nova colonização começa nos corações. Nesta ocupação a comunicação é de dupla face, podemos incluir a interatividade, o compartilhar das almas, o afeto dos corações humanos, como só @s poetas conseguem fazer.
Aqui vai uma tradução do inglês ao espanhol no vídeo cliping do cantante Enrique Iglesias (I Like How It Feels), postado pelo poeta em seu blog: Hora de Paz Camin de Mieres.
HASTA LA VISTA...
terça-feira, 15 de maio de 2012
IBSN
anonadas
imagens, números, letras, sinais gráficos...
somos códigos de barras no espaço virtual
ou ciberesfera, ou melhor, aqui,
blogsfera
Bienvenido. O que assinalo, sinalizo, aqui, tem a ver comigo, com minhas crenças e atitudes. Silêncio. Entardece. O bebê dorme e a vida precisa de nossa atenção e zelo. Buenas tardes! Puesto que junto a l@s niñ@s toda tarde es buena.
domingo, 13 de maio de 2012
A modernização brasileira e a política burguesa cinzenta. Entrevista especial com Luiz Werneck Vianna
A modernização brasileira e a política burguesa cinzenta. Entrevista especial com Luiz Werneck Vianna
NONADA
Vamos pensar o Brasil que acontecia à esquerda do Poder.
NONADA
Vamos pensar o Brasil que acontecia à esquerda do Poder.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Rita Lee - Paradise Brasil
NONADA
ENVELHECER COM ARTE
Existem pessoas que participam de nossa vida de maneira definitiva, visível e risível, translúcidos e evidentes como um rastro de cometa no céu. Intransferíveis, ficam impressos em nossas retinas auditivas como o luar do último sábado, dia 5, atração em todo o planeta Terra.
Esse gozo não é privilégio de nós, contemporâneo de Ritinha e de sua banda "Os Mutantes", roqueiros da gema imprimiram as primeiras sonoridades elétricas às guitarras de Gilberto Gil, em "Domingo no Parque" e ao grito do poeta: "É proibido proibir". Sempre existirá espaço para canções de amor pela paz, hinos de liberdade e ação.
Hoje, fora dos palcos, dentro de nossos corações e mentes, Rita se aproxima de nossa realidade, com seu eterno namorado, Roberto, em sua família musical, a nos mostrar trilhas e caminhos sonoros e visuais, em músicas que tocam velhos e novos seres que pensam o Brasil, modernos sem ser chique, altivos sem se orgulhar disso. Vamos juntos em nosso "Paradise Brasil".
Envelhecer é o aprendizado mais significativo de uma vida, calma, sem pressa. Aqui a velocidade fica ancorada nos esquemas utilitários da tecnocracia neoliberal (nome besta) cultuada pelos engravatados apressados, que não sacaram nada, pois têm "cabeças de planilhas", seguem as estatísticas, os números, pré ocupados a correr atrás de um tempo sem tempo.
As cores são tristes e belas enquanto envelhecemos. Aprendemos a esquecer e ser esquecidos. Nossos amores se matizam em tonalidades sépias, nossa esperança se faz gris. Todo cambia. Passamos como o rio de nossa cidade, agora veloz dentro de sua canalização, silenciado pelos veículos apressados que ignoram suas margens,a correr pelas autopistas sobre o seu leito.
As liberdades das tecnologias digitais não condizem com a ganância do capitalismo; Rita Lee disponibiliza seu último trabalho, sem custo, para aqueles que seguem "sem lenço e sem documento" na contramão da multidão abastada, silenciada pela mediocridade dos "podres poderes", espremida nos ônibus, metrô e calçadas do centro da cidade. É na periferia dos sentidos que reencontraremos Rita Lee, sempre que se acionar uma tecnologia móvel de áudio e vídeo, pela internet ou pelos sentidos ativados pelos "egoístas" fones de ouvidos de um celular.
ENVELHECER COM ARTE
Existem pessoas que participam de nossa vida de maneira definitiva, visível e risível, translúcidos e evidentes como um rastro de cometa no céu. Intransferíveis, ficam impressos em nossas retinas auditivas como o luar do último sábado, dia 5, atração em todo o planeta Terra.
legenda: Maior e mais brilhante, a 'superlua' apareceu na noite de sábado
disponível em: <http://br.noticias.yahoo.com/fotos/superlua-slideshow/supermoon-may-not-exactly-super-photo-000806800.html>
Hoje, fora dos palcos, dentro de nossos corações e mentes, Rita se aproxima de nossa realidade, com seu eterno namorado, Roberto, em sua família musical, a nos mostrar trilhas e caminhos sonoros e visuais, em músicas que tocam velhos e novos seres que pensam o Brasil, modernos sem ser chique, altivos sem se orgulhar disso. Vamos juntos em nosso "Paradise Brasil".
"Aquele abraço Rita Lee!"
Contigo aprendi a suportar o silêncio da noite sem luar,
o ranger de dentes dos aflitos,
torturados pelo medo do invisível,
do noticiado pelos jornais da televisão,
concessões dos hipócritas fardados e à paisana,
a rondar o parque de diversão infantil.
Naquele parque tem um velho e enferrujado tanque de guerra e crianças a brincar ao redor.
Envelhecer é o aprendizado mais significativo de uma vida, calma, sem pressa. Aqui a velocidade fica ancorada nos esquemas utilitários da tecnocracia neoliberal (nome besta) cultuada pelos engravatados apressados, que não sacaram nada, pois têm "cabeças de planilhas", seguem as estatísticas, os números, pré ocupados a correr atrás de um tempo sem tempo.
Santa Rita chegou com as guitarras, o pandeiro sem couro, violão. Assim como quem não queria assumir nenhum poder, apenas cantar e DIVAGAR, sem medo de errar ou pecar. Assim, também vieram com ela Gil, Gal, Bethânia e Caetano, mãos dadas com Chico, Nara, Tom Zé, Torquato Neto (poeta cometa), na esteira de João Giberto (o gande deus tupiniquim, imperfeito, mais que perfeito), Tom Jobim e Vinicus de Moraes.
Aqueles idos 1970 ficaram nos exílios impostos e voluntários, relatos de torturas silenciados nos porões da ditadura militar. Nos encontros furtivos, malucos beleza, nos parques e jardins; Raul Seixas tocando violão no ônibus de Ipanema. O pier, o vapor barato, Gal tomando sol no mar da Guanabara. Meninos e meninas fumando um baseado ( a maconha não era skank, era "Tebas" vinda das terras indígenas e caboclas, do Maranhão).
As traquinagens daqueles artistas eram cômicas para não cair na tragédia sanguinária que os brutamontes fardados impunham ao povo brasileño, em particular, e à América Latina, em geral. Cômico aos funcionários do hospital da Gávea, São Francisco de Assis, em que Chico, Vinicus, Tom Jobim e a turma dos bares do Leblon se internavam para "desintoxicar" e, na calada da noite, fugiam para outros porres, antes do alvo amanhecer nos leitos desse nosocômio.
As cores são tristes e belas enquanto envelhecemos. Aprendemos a esquecer e ser esquecidos. Nossos amores se matizam em tonalidades sépias, nossa esperança se faz gris. Todo cambia. Passamos como o rio de nossa cidade, agora veloz dentro de sua canalização, silenciado pelos veículos apressados que ignoram suas margens,a correr pelas autopistas sobre o seu leito.
As liberdades das tecnologias digitais não condizem com a ganância do capitalismo; Rita Lee disponibiliza seu último trabalho, sem custo, para aqueles que seguem "sem lenço e sem documento" na contramão da multidão abastada, silenciada pela mediocridade dos "podres poderes", espremida nos ônibus, metrô e calçadas do centro da cidade. É na periferia dos sentidos que reencontraremos Rita Lee, sempre que se acionar uma tecnologia móvel de áudio e vídeo, pela internet ou pelos sentidos ativados pelos "egoístas" fones de ouvidos de um celular.
terça-feira, 10 de abril de 2012
O QUE PRECISA SER DITO
NONADA
Uma tradução pela sedução do texto e pela sedição da palavra permite ao autor se passar por leitor. Assim como o lançamento de um livro, uma entrevista radiofônica, televisiva ou impressa, os fatos da vida de um escritor determinam a pauta dos Jornais e de suas manchetes. Objetivo: vender ilusões em meias verdades, que se espalham em estilhaços por links de informação sobre pixels, frames e papéis. O alvo: cidadãos da "urbe", velhos, crianças e jovens, civis e militares, numa apoplexia coletiva.
Nesse contexto, pensar é duvidoso, perigoso; provoca o choque de opiniões, o exercício da liberdade, a prática da ciência dos espíritos: Hermenêutica. Quem se atreve, se embaraça, mas nem sempre se embaça.
"Quem é capaz de suportar tudo pode atrever-se a tudo."
"Nunca separei o escritor da pessoa que o escritor é. A responsabilidade de um é a responsabilidade de outro."
Günter GrassO escritor alemão Günter Grass (1927) é assunto do dia por seu poema "O que precisa ser dito", publicado aqui na versão espanhola. Outras traduções: Revista Cult e blog Cantar a Pele de lontra IV
O que pensa o escritor define sua obra? Uma criança é apenas uma criança antes do adulto que a julgará no futuro? Questões se multiplicam a partir da polêmica criada por um escritor, que já não omite sua participação no front nazista; aqui, o que está em jogo é a paz no mundo em que vivemos, ou esquecemos disso e voltamos a ser criança.
A publicação de seu poema, em 2 de Abril último, pelo jornal alemão Süddeutschen Zeitung lança um alerta à censura praticada pelos adeptos do pensamento único, que condenam manifestações de oposição à ideologia neoliberal do mundo globalizado, das potências econômicas e militares, entre elas Israel, colecionadores de ogivas nucleares, camufladas em pátios e jardins de suas instalações bélicas, que escapam às inspeções da ONU (Organização das Nações Unidas).
Enquanto as atenções do mundo, manipuladas por agências de notícia e informativos afins, focalizam as rimas informativas e formativas de G. Grass, que retumbam sobre o poder nuclear de Israel e sua caricatura pelo Iran, o perigo dorme em silencio no palácio dos horrores, a ser aberto ao público no advento da Terceira Guerra Mundial, pouco antes dos sobreviventes humanos da hecatombe voltarem às cavernas.
Pesquisa sobre o Escritor e seu Poema revela milhares de links que oferecem adjetivações e juízos de valor, que vão desde a sumária condenação de Günter como "persona non grata" a sua popularização enquanto baluarte de manifestações pacifistas na Alemanha. A multiplicidade de informação interessa ao internauta leitor, sujeito atento, crítico, participante dos fatos; aos outros, sujeitos passivos, que não se importam com a complexidade de uma singularidade que cabe no espaço de um riso, a cena exposta "passa batida", ou seja, não é percebida.
Com a palavra o poeta, por EL PAIS INTERNACIONAL de 4 de abril de 2012, disponível em: <http://internacional.elpais.com/internacional/2012/04/03/actualidad/1333466515_731955.html>. Acessado em 09/04/2012.
Lo que hay que decir
El escritor alemán se opone a un ataque israelí contra Irán
Por qué guardo silencio, demasiado tiempo,
sobre lo que es manifiesto y se utilizaba
en juegos de guerra a cuyo final, supervivientes,
solo acabamos como notas a pie de página.
Es el supuesto derecho a un ataque preventivo
el que podría exterminar al pueblo iraní,
subyugado y conducido al júbilo organizado
por un fanfarrón,
porque en su jurisdicción se sospecha
la fabricación de una bomba atómica.
Pero ¿por qué me prohíbo nombrar
a ese otro país en el que
desde hace años —aunque mantenido en secreto—
se dispone de un creciente potencial nuclear,
fuera de control, ya que
es inaccesible a toda inspección?
El silencio general sobre ese hecho,
al que se ha sometido mi propio silencio,
lo siento como gravosa mentira
y coacción que amenaza castigar
en cuanto no se respeta;
“antisemitismo” se llama la condena.
Ahora, sin embargo, porque mi país,
alcanzado y llamado a capítulo una y otra vez
por crímenes muy propios
sin parangón alguno,
de nuevo y de forma rutinaria, aunque
enseguida calificada de reparación,
va a entregar a Israel otro submarino cuya especialidad
es dirigir ojivas aniquiladoras
hacia donde no se ha probado
la existencia de una sola bomba,
aunque se quiera aportar como prueba el temor...
digo lo que hay que decir.
¿Por qué he callado hasta ahora?
Porque creía que mi origen,
marcado por un estigma imborrable,
me prohibía atribuir ese hecho, como evidente,
al país de Israel, al que estoy unido
y quiero seguir estándolo.
¿Por qué solo ahora lo digo,
envejecido y con mi última tinta:
Israel, potencia nuclear, pone en peligro
una paz mundial ya de por sí quebradiza?
Porque hay que decir
lo que mañana podría ser demasiado tarde,
y porque —suficientemente incriminados como alemanes—
podríamos ser cómplices de un crimen
que es previsible, por lo que nuestra parte de culpa
no podría extinguirse
con ninguna de las excusas habituales.
Lo admito: no sigo callando
porque estoy harto
de la hipocresía de Occidente; cabe esperar además
que muchos se liberen del silencio, exijan
al causante de ese peligro visible que renuncie
al uso de la fuerza e insistan también
en que los gobiernos de ambos países permitan
el control permanente y sin trabas
por una instancia internacional
del potencial nuclear israelí
y de las instalaciones nucleares iraníes.
Solo así podremos ayudar a todos, israelíes y palestinos,
más aún, a todos los seres humanos que en esa región
ocupada por la demencia
viven enemistados codo con codo,
odiándose mutuamente,
y en definitiva también ayudarnos.
Traducción de Miguel Sáenz. El texto original en alemán se publica hoy en el diarioSüddeutsche Zeitung
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
CÓPIA
Tropeçamos em palavras, frases, parágrafos, capítulos,livros, fotografias, cenas de cinema e até novelas e telejornais, que representam o mundo que estamos, e que não é o que vivemos, o que somos, mas o que se diz que sejamos.
A foto do Chico Xavier pertence a quem?
Encontrei no blog FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER que cheguei por acaso durante busca sobre o gaúcho Caio Fernando Abreu. Motivo: leitura dramática do texto "Zona Contaminada", do artistas gaúcho, Caio Fernando Abreu (1948-1996).
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Educação para os Meios
NONADA
No início deste século vi meu trabalho se esvair junto com a esperança de que o espaço público possa resistir às privatizações da globalização midiática. A máquina politica mostrava sua eficiência, em Minas Gerais, ao classificar de pública sua televisão estatal, inserida nos propósitos do Governador, de seus correligionários e de partidos filiados. Em suma: a televisão cultural e educativa seguia seu rumo, com a complacência de seus trabalhadores, não mais revolucionários, mas, adequados ao "plano de negócio" estabelecido e em conformidade com seu grau de "empregabilidade".
Caminhante segui novos rumos, preferi a estrada à estrebaria. Na academia, coordenei curso de Comunicação Social - ainda tinha curso de jornalismo no sertão, depois, só ficou Publicidade e Propaganda. Jornalista virou docente, embebido de verdades passadas, que fizeram o ganha pão e a prática literária de Machado de Assis; a investigação do "Pena Branca" trouxe as denúncias contra o "esquadrão da morte"; Hamilton Ribeiro explode com uma mina na guerra do Vietnam, anunciado a derrota dos EUA, em cobertura para a revista "Realidade"; Stanislaw Ponte Preta e Henfil no Pasquim, sem esquecer os "heróis da resistência", que sobreviveram às quebradeiras das investidas militares, na ditadura, fugindo do Brasil.
Este jornalismo ficou, junto com a poesia de Carlos Drummond. Por outro lado, a poeira das redações e o barulho das máquinas de escrever, foram substituídos pelo silêncio acéptico dos computadores em rede. Não mais repórteres nas redações, jornalistas investigativos pesquisam na internet, acompanhados por marketeiros e "costas largas" que definem o tom e o ritmo das notícias. A verdade instantânea, diferente daquela produzida em 25 frames por segundo ou 350 toques por minuto.
Deu no que deu: Além dos cabos e fibras óticas, o Brasil do povo é o que o povo vê na TV. A privatização do espaço público chegou no campo das idéias. Escola pública vira manchete policial, a escola deixa de ser um "locus" do pensamento para ser o Circo Voador: professores loucos e deprimidos e jovens desnorteados. Como na televisão a escola se afasta da cultura genuína, dos méritos agregatórios da família, não promove o livre pensar. segundo a lógica empresarial, as escolas se apoiam em números, estatísticas, fornecem informação a rodo e conhecimento em gotas, Aqui o espaço público não pensa, recebe a mensagem pronta, como na educação bancária, criticada pelo mestre Paulo Freire.
De outro mestre, espanhol, recebo a notícia de um seminário sobre Educação para os Meios na Espanha. Enquanto isso, vamos "levando a vida como ela é" ao sabor de Nelson Rodrigues.
No início deste século vi meu trabalho se esvair junto com a esperança de que o espaço público possa resistir às privatizações da globalização midiática. A máquina politica mostrava sua eficiência, em Minas Gerais, ao classificar de pública sua televisão estatal, inserida nos propósitos do Governador, de seus correligionários e de partidos filiados. Em suma: a televisão cultural e educativa seguia seu rumo, com a complacência de seus trabalhadores, não mais revolucionários, mas, adequados ao "plano de negócio" estabelecido e em conformidade com seu grau de "empregabilidade".
Caminhante segui novos rumos, preferi a estrada à estrebaria. Na academia, coordenei curso de Comunicação Social - ainda tinha curso de jornalismo no sertão, depois, só ficou Publicidade e Propaganda. Jornalista virou docente, embebido de verdades passadas, que fizeram o ganha pão e a prática literária de Machado de Assis; a investigação do "Pena Branca" trouxe as denúncias contra o "esquadrão da morte"; Hamilton Ribeiro explode com uma mina na guerra do Vietnam, anunciado a derrota dos EUA, em cobertura para a revista "Realidade"; Stanislaw Ponte Preta e Henfil no Pasquim, sem esquecer os "heróis da resistência", que sobreviveram às quebradeiras das investidas militares, na ditadura, fugindo do Brasil.
Este jornalismo ficou, junto com a poesia de Carlos Drummond. Por outro lado, a poeira das redações e o barulho das máquinas de escrever, foram substituídos pelo silêncio acéptico dos computadores em rede. Não mais repórteres nas redações, jornalistas investigativos pesquisam na internet, acompanhados por marketeiros e "costas largas" que definem o tom e o ritmo das notícias. A verdade instantânea, diferente daquela produzida em 25 frames por segundo ou 350 toques por minuto.
Deu no que deu: Além dos cabos e fibras óticas, o Brasil do povo é o que o povo vê na TV. A privatização do espaço público chegou no campo das idéias. Escola pública vira manchete policial, a escola deixa de ser um "locus" do pensamento para ser o Circo Voador: professores loucos e deprimidos e jovens desnorteados. Como na televisão a escola se afasta da cultura genuína, dos méritos agregatórios da família, não promove o livre pensar. segundo a lógica empresarial, as escolas se apoiam em números, estatísticas, fornecem informação a rodo e conhecimento em gotas, Aqui o espaço público não pensa, recebe a mensagem pronta, como na educação bancária, criticada pelo mestre Paulo Freire.
De outro mestre, espanhol, recebo a notícia de um seminário sobre Educação para os Meios na Espanha. Enquanto isso, vamos "levando a vida como ela é" ao sabor de Nelson Rodrigues.
Ponta de agulha
NONADA
Escrituras virtuais.
Já fazem décadas que procuro o significado destas escrituras, que se expandiram pela internet com a expansão do cyberespaço, povoado por andróides em games, tecnologias digitais de ponta, sociedade em rede e um novo olhar sobre a humanidade.
Talvez um olhar vesgo, caolho, míope, quando focamos a sedução consumista que estas tais novas tecnologias provocam. Mas, na essência, apenas um novo modo de ver o visto, de compensar a saturação da informação com o esquecimento.
Será que a memória será preservada em bits e bytes? As pessoas poderão ser apenas pessoas, que nascem e morrem no misterioso fenômeno de viver?
Volto a fita: "Nonada... " a dúvida é apenas o instante em que me coloco no mundo como um cidadão livre, que busca o conhecimento amplo do ser, como o instante em que a jabuticaba sai da flor, cria casca e sabor, e rola dos dedos prá boca da criançada, depois da chuvarada.
"Nonada ..." é meter o pé na na enxurrada, com calçado e tudo, e sentir aquela alegria de transgredir o limite entre o passeio e a rua, a navegar naquele rio passageiro, que assusta como um trovão, no instante de raio e tempestade para depois acalmar a tarde no bordado do arco íris.
"Nonada..." Mestre Guimarães Rosa teclava suas escrituras na máquina datilográfica, ou tecia nos bordados em texturas de rabiscos à mão, esparramados nos cadernos de viagem.
A palavra é palavra, analógica e digital, no seu estado bruto de pedra. Depois vem a cor da imagem da palavra que completa o assunto do momento.
De "alma lavada", tenho pontaria e fé nas bem-aventuranças da vida, o "coisa ruim" não me assusta e nem mais nada, cabeça nos deslizes do envelhecer, celebro a vida no terreiro: os netos correndo atrás de bola, a jaboticabeira florida, com minha mulher nas horas pequenas, e o cão que me vigia o tempo todo por tudo enquanto é lado da casa que ele faz de morada segura.
Nesta busca pelo conhecimento vivido, vou descobrindo velhas coisas que não sabia que sabia não saber, agora esqueço, a memória conta histórias do agora. Na rua conheço pessoas, como na roça, nos cumprimentos de passagem.
Quem vem lá?
Matheus e Fernanda?
Maíra e Pepito? Aline, Meno e Malaka? Carlão? Joãozinho, Lauzinha e Didi? Tem mais gente no samba do que na reza.
Acendam todas as lâmpadas, de correntes contínua e alternada. A música vai sair do vinil pra zoar no terreiro com a imitação da sanfona de Gonzaga, do violão de João, do grito tribal dos Beatles e dos desbundes de Caetano em "Eu sou neguinha". A festa promete varar a noite e atrapalhar o canto do galo, prá vingança de Chico com seu "Apesar de Você", já sem a chieira da vitrola, empacotado no CD para a leitura ótica dos raios laser, no equipamento de som .
Êta Brasilzão em que se plantando tudo dá ... delícias do "flashe Brasil" (manjericão) que dá cheiro e tempero e descobre um só formato de velhas e novas tecnologias, também dispensáveis na fugaz alegria do "viver de morrer" dito por Heráclito.
Nonada é tiro de pontaria, silêncio no burburinho da tarde, na cantoria da passarada.
Escrituras virtuais.
Já fazem décadas que procuro o significado destas escrituras, que se expandiram pela internet com a expansão do cyberespaço, povoado por andróides em games, tecnologias digitais de ponta, sociedade em rede e um novo olhar sobre a humanidade.
Talvez um olhar vesgo, caolho, míope, quando focamos a sedução consumista que estas tais novas tecnologias provocam. Mas, na essência, apenas um novo modo de ver o visto, de compensar a saturação da informação com o esquecimento.
Será que a memória será preservada em bits e bytes? As pessoas poderão ser apenas pessoas, que nascem e morrem no misterioso fenômeno de viver?
Volto a fita: "Nonada... " a dúvida é apenas o instante em que me coloco no mundo como um cidadão livre, que busca o conhecimento amplo do ser, como o instante em que a jabuticaba sai da flor, cria casca e sabor, e rola dos dedos prá boca da criançada, depois da chuvarada.
"Nonada ..." é meter o pé na na enxurrada, com calçado e tudo, e sentir aquela alegria de transgredir o limite entre o passeio e a rua, a navegar naquele rio passageiro, que assusta como um trovão, no instante de raio e tempestade para depois acalmar a tarde no bordado do arco íris.
"Nonada..." Mestre Guimarães Rosa teclava suas escrituras na máquina datilográfica, ou tecia nos bordados em texturas de rabiscos à mão, esparramados nos cadernos de viagem.
A palavra é palavra, analógica e digital, no seu estado bruto de pedra. Depois vem a cor da imagem da palavra que completa o assunto do momento.
De "alma lavada", tenho pontaria e fé nas bem-aventuranças da vida, o "coisa ruim" não me assusta e nem mais nada, cabeça nos deslizes do envelhecer, celebro a vida no terreiro: os netos correndo atrás de bola, a jaboticabeira florida, com minha mulher nas horas pequenas, e o cão que me vigia o tempo todo por tudo enquanto é lado da casa que ele faz de morada segura.
Nesta busca pelo conhecimento vivido, vou descobrindo velhas coisas que não sabia que sabia não saber, agora esqueço, a memória conta histórias do agora. Na rua conheço pessoas, como na roça, nos cumprimentos de passagem.
Quem vem lá?
Matheus e Fernanda?
Maíra e Pepito? Aline, Meno e Malaka? Carlão? Joãozinho, Lauzinha e Didi? Tem mais gente no samba do que na reza.
Acendam todas as lâmpadas, de correntes contínua e alternada. A música vai sair do vinil pra zoar no terreiro com a imitação da sanfona de Gonzaga, do violão de João, do grito tribal dos Beatles e dos desbundes de Caetano em "Eu sou neguinha". A festa promete varar a noite e atrapalhar o canto do galo, prá vingança de Chico com seu "Apesar de Você", já sem a chieira da vitrola, empacotado no CD para a leitura ótica dos raios laser, no equipamento de som .
Êta Brasilzão em que se plantando tudo dá ... delícias do "flashe Brasil" (manjericão) que dá cheiro e tempero e descobre um só formato de velhas e novas tecnologias, também dispensáveis na fugaz alegria do "viver de morrer" dito por Heráclito.
Nonada é tiro de pontaria, silêncio no burburinho da tarde, na cantoria da passarada.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
"Rita Lee foi passear..."
http://www.ritalee.com.br/blog/?p=350
NONADA. RobertoCarvalho é homem "de sorte"; encontrar a mulher de nossa vida é como o amor pela Virgem Maria: é um ato de fé. Juntos com a música, compartilham o amor da família, a convivência mito/ realidade com as diferentes individualidades mescladas na "massa" da "Geléia Geral", que faz a cultura humana. O "fato" de não conceder seu espaço de criação e atuação pública ao declínios da cultura de massa é um detalhe precioso de suas carreiras artística, nesta época submissa à mercadotecnica, em que indivíduos são substituídos por marcas, em tatuagens espalhadas em corpos, "sarados", e que se identificam por "tribos", protegidas pela impunidade do anonimato coletivo, de espaços virtuais.
Rita, com os Mutantes, puxaram o comboio de um trem de ferro, que saiu de Minas Gerais com o "Clube da Esquina" e foi parar em "Sampa", com a Jovem Guarda e a Tropicália, mediados pelos Festivais da MPB, transmitidos ao vivo pela televisão, a mais nova moradora dos lares humildes e mansões, amalgamadas na cultura brasileira com influências musicais do Jazz, do Blues, do Samba, do Rock'Roll e da Bossa Nova, nova moda de jovens, intelectuais, boêmios da pequena burguesia carioca e sãopaulina; praieira, dos embalos de sábado à noite, que não incomodava os militares a serviço da ditadura imperialista dos EUA, nos tempos de Guerra Fria (Comunismo x Capitalismo). Na atmosfera global, a Revolução da Juventude explodiu em Paris, 1968, com a movimentação pública de jovens, operários, artistas e intelectuais, numa gigantesca manifestação pública, que se esparramou pelas ruas centrais e adjacentes da cidade francesa, em eco com outras capitais, em diversos lugares do mundo, conectados pela televisão, pelo rádio, jornais e revistas que mostravam o mundo em fase de globalização, num movimento de massa, denominado, entre outras pérolas colhidas pela Contracultura, de "Barricadas do Desejo".
Hoje... a contracultura é tribal, local. Está no twitter, facebook, como o gaijinsentai , formando um emaranhado de informações comunicadas por nodos, em de links magnéticos, que aproximamam máquinas e apontam rotas; côncavas, convexas, paralelas, num traçado de teias, sútis significações múltiplas, textura do ciberespaço. A internet tráz outra revolução com a democratização da comunicação. A juventude perde a face, ou melhor, assume múltiplas identidades nesta televisãoZONA que é a "rede interligada de computadores via IP (Internacional Protocol).
Agora, jornalista que se preza é blogueiro. Desempregado, arranca seu sustento de acordo com a publicidade assinalada pelos cliques em seu blog. As empresas de comunicação, por sua vez, criam um novo conceito de redação jornalística e o produto, quase sempre, aponta para a banalização dos saberes, para o sensacionalismo e terrorismo midiático, que gravita em torno do pensamento único, que rege a globalização do neoliberalismo, trazendo ao Estado um papel diferenciado do público, mais voltado para o policialesco.
NONADA- sem emprego, blogueiro, creio na rebeldia juvenil, na inteligência que brota da arte e do pensamento revolucionário, que transforma o feio em belo. Cultivo o amor às pessoas de "boa vontade", como as crianças e os velhos sábios; a música solar ou lunar, que vibra em nossos sentidos como trombetas dos anjos e arcanjos, e nos protege das baladas eletrônicas da moda, extasiantes e sudoríferas..
A cultura das mídias emerge das redes sociais, pontos de encontro virtuais da internet. Os velhos revolucionários românticos da contracultura, que buscavam paz e amor, entre canhões e soldados armados de fuzil e bombas de gás lacrimogênio se mandaram para a Califórnia, Aruba, São Tomé e Biberibe. Já não representam aquela "massa juvenil colorida". Sobreviventes de uma guerra invisível, perversa, jovens velhos entre velhos jovens; contamos com a energia do abacate, da manga, da jaca, da banana e do "bom da vida", que emana da saúde e contemporaneidade de artistas que, como Rita Lee, fez de sua vida uma paixão, compartilhada com seu namorado, seus filhos e seus fãs; ... uma canção eterna, que alça a liberdade de voar nas próprias idéias e sentimentos.
Há muito o que aprender com a vida e seus fenômenos, pois nossa estadia na terra tem um custo pessoal: lutar pelas "Crianças do Futuro", para que possam bailar ao som do luar, do mar, das palmeiras ao sol no sal da Terra.
Rita, com os Mutantes, puxaram o comboio de um trem de ferro, que saiu de Minas Gerais com o "Clube da Esquina" e foi parar em "Sampa", com a Jovem Guarda e a Tropicália, mediados pelos Festivais da MPB, transmitidos ao vivo pela televisão, a mais nova moradora dos lares humildes e mansões, amalgamadas na cultura brasileira com influências musicais do Jazz, do Blues, do Samba, do Rock'Roll e da Bossa Nova, nova moda de jovens, intelectuais, boêmios da pequena burguesia carioca e sãopaulina; praieira, dos embalos de sábado à noite, que não incomodava os militares a serviço da ditadura imperialista dos EUA, nos tempos de Guerra Fria (Comunismo x Capitalismo). Na atmosfera global, a Revolução da Juventude explodiu em Paris, 1968, com a movimentação pública de jovens, operários, artistas e intelectuais, numa gigantesca manifestação pública, que se esparramou pelas ruas centrais e adjacentes da cidade francesa, em eco com outras capitais, em diversos lugares do mundo, conectados pela televisão, pelo rádio, jornais e revistas que mostravam o mundo em fase de globalização, num movimento de massa, denominado, entre outras pérolas colhidas pela Contracultura, de "Barricadas do Desejo".
Hoje... a contracultura é tribal, local. Está no twitter, facebook, como o gaijinsentai , formando um emaranhado de informações comunicadas por nodos, em de links magnéticos, que aproximamam máquinas e apontam rotas; côncavas, convexas, paralelas, num traçado de teias, sútis significações múltiplas, textura do ciberespaço. A internet tráz outra revolução com a democratização da comunicação. A juventude perde a face, ou melhor, assume múltiplas identidades nesta televisãoZONA que é a "rede interligada de computadores via IP (Internacional Protocol).
Agora, jornalista que se preza é blogueiro. Desempregado, arranca seu sustento de acordo com a publicidade assinalada pelos cliques em seu blog. As empresas de comunicação, por sua vez, criam um novo conceito de redação jornalística e o produto, quase sempre, aponta para a banalização dos saberes, para o sensacionalismo e terrorismo midiático, que gravita em torno do pensamento único, que rege a globalização do neoliberalismo, trazendo ao Estado um papel diferenciado do público, mais voltado para o policialesco.
NONADA- sem emprego, blogueiro, creio na rebeldia juvenil, na inteligência que brota da arte e do pensamento revolucionário, que transforma o feio em belo. Cultivo o amor às pessoas de "boa vontade", como as crianças e os velhos sábios; a música solar ou lunar, que vibra em nossos sentidos como trombetas dos anjos e arcanjos, e nos protege das baladas eletrônicas da moda, extasiantes e sudoríferas..
A cultura das mídias emerge das redes sociais, pontos de encontro virtuais da internet. Os velhos revolucionários românticos da contracultura, que buscavam paz e amor, entre canhões e soldados armados de fuzil e bombas de gás lacrimogênio se mandaram para a Califórnia, Aruba, São Tomé e Biberibe. Já não representam aquela "massa juvenil colorida". Sobreviventes de uma guerra invisível, perversa, jovens velhos entre velhos jovens; contamos com a energia do abacate, da manga, da jaca, da banana e do "bom da vida", que emana da saúde e contemporaneidade de artistas que, como Rita Lee, fez de sua vida uma paixão, compartilhada com seu namorado, seus filhos e seus fãs; ... uma canção eterna, que alça a liberdade de voar nas próprias idéias e sentimentos.
Há muito o que aprender com a vida e seus fenômenos, pois nossa estadia na terra tem um custo pessoal: lutar pelas "Crianças do Futuro", para que possam bailar ao som do luar, do mar, das palmeiras ao sol no sal da Terra.
Caras e bocas.
NONADA
Diria, livro das caras, pois todo mundo faz pose para sair no facebook.
A tecnologia é simples; seus aplicativos se tornam caros na mundialização do capitalismo e na acomodação do pensamento e da cultura contemporânea.
Não diiria que uma revolução pode trazer inteligências múltiplas para todos; todas as revoluções, enquanto revoltas, deixaram muitos mortos e poucas conquistas morais. O poder sempre se aproveita para se rearticular e os mais fortes sobrevivem - seleção natural.
Se a vida de hoje é instantânea, como leite em pó, por que não utilizar as ferramentas de que dispomos? Que as tecnologias não são ingênuas, é fato. Mas seu uso e abuso, às vezes, é um pé no "SACO", como por exemplo: ver no twitter uma "idiotinha" comparar Rita Lee com Marisa Monte (com todo respeito a esta diva contemporânea) enaltecendo que a dinossaura Rita está "velha". Isso é fala de gente "besta", sem história, que preenche o vazio das cabeças com aquilo que o gado deixa pelo pasto. Até que o lixo defecado por esses nobres animais ajuda no desenvolvimento das hortaliças, leguminosas e árvores frutíferas. E os subprodutos desses ilustres ruminantes, nem sempre terminam no açougue, pois podem render fantasias no folclore nacional ou na memória literária de artistas como Monteiro Lobato ("Sítio do Pica Pau Amarelo").
A natureza é sábia, senão cientistas como Darwin e tantos outros não se ocupariam em observá-la como objeto de estudo para formulação de teorias revolucionárias; bem como os índios, povos da floresta, não criariam mitos divinatórios, Deuses da vida e da guerra, para representá-la, atentos a suas nuances e magia natural.
"O rei está nú":
Se o dedo semiótico de Deus aponta para o Uno, as coisas estão se aglutinando em torno de boas energias, bons fluídos, provocando sinergias, pensamentos novos e práticas profissionais éticas como o jornalismo investigativo, científico, ou as denúncias do "jornalismo de guerrilha", que desnuda o poder dos mass midias.
Participar de um canal de comunicação não é mais privilégio; com talento e dedicação coletiva se consegue a radiação de um sinal magnético, embora ainda seja de uma mensagem de pequeno alcance, a fumaça de fogueira dos índios, pois os conglomerados de comunicação e tecnologias da informação dominam o mercado globalizado.
Quero dar um sinal positivo (gostei) para o trabalho do estudante de Jornalismo Michael Eudes, que apurou e escreveu a matèria "Mário Gomes, o cineasta: O roteiro da vida de um talentoso mineiro", publicada no Jornal O TEMPO em 30/11/2010. Michael conheceu a história de Mário e acreditou no que ouviu e viu. Não se tratava de uma celebridade, mas de um homem, que já "aprontou as suas", em monociclos (atravessou um monociclo o arco do viaduto da Floresta, o que provocou medida preventiva da prefeitura ao colocar um obstáculo uma tela de ferro para evitar o desvairio de outro quixotesco, descaracterizando no patrimônio - pra quem não conhece, o poeta Carlos Drummond de Andrade conta de traquinagens juvenis, de sua turma de poetas e loucos, sobre os arcos deste viaduto sobre o rio Arrudas.
Talvez a grande dificuldade do Mário, cineasta em tempos de facebook, seja se adaptar ao benefícios das Leis fiscais, estaduais e federais, que promovem o Incentivo à Cultura, e também o não desejo de se envolver nas comunidades virtuais como Orkut, Facebook, Twitter etc. Conheço o "quixotesco" amigo desde o século passado e sei que ele não desiste, mas seu maquinário artístico, cenotécnico e tecnológico na certa sucumbirá como sucata, ou nas mãos de terceiros que irão comprar seu patrimônio. Este ângulo a matéria do jornal não focou: como vive o cineasta Mário Maria Fernandes Gomes? Isso não importa, como cantou Chico Buarque de Hollanda: "A DOR DA GENTE NÃO SAI NO JORNAL"
VIDA DIGITAL
AQUELE ABRAÇO! PARA A SANTA RITA E QUE DEUS LHE DÊ VIDA LONGA ... PRECISAMOS DE SEU VIGOR, ALEGRIA, CORAGEM E AMOR. <http://www.ritalee.com.br>
Somo imortais no Facebook
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
História Geral da África em português | Brasilianas.Org
História Geral da África em português | Brasilianas.Org
NONADA
Boa Luiz Nassif ONline, o JOão Maurício prestou um grande serviço à nossa clarevidente antropologia africana.
Continente mãe, temos que vigiar a África, como cuidamos do interior do nosso ser.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
YouTube - Alejandro Teitelbaum: libro "La armadura del capitalismo". Parte 1.
NONADA
Vem de Cuba, a ilha de Fidel, que hoje é dos jovens, da geração "Y", indivíduos que têm conhecimento e trabalham para um mundo mais justo.
O TUBE, ou tubo (como o de raios catódicos que deu orgiem à televisão) permite uma comunicação mais assíncrona com os detentores e mantenedores dos sistemas mídiaticos globais, que veiculam o "pensamento único" que interessa aos países e grandes corporações ricas.
Neste link do YOUTUBE, o jurista e escritor cubano, Alejandro Tetelbaum fala de seu livro "La armadura del capitalismo", com o jornalista do canal CubainformacionTV, que podemos receber por email.
Alejandro Teitelbaum. Autor do livro "A armadura do capitalismo". Parte 1."O poder das sociedades transnacionaies no mundo contemporáneo" é ol subtítulo deste livro, editado pela asociación Paz con Dignidad, OMAL e a editorial Icaria"
(tradução pcless@ do original CubainformacionTV parte 1) - veja a segunda parte desta entrevista com Alejandro Teitelbaum
Como diz Alejandro, os movimentos sociais pedem um mundo possível; nós precisamos de um mundo necessário, eficiente as ricos aos pobres e a toda natureza submetida à "Seleção Natural", ou como disse Karl Marx: "A cada um de acordo com a sua capacidade, a todos de acordo com as suas necessidades".
Assistam a continuidade da entrevista a imagem é profissional e Alejandro é entrevistado por um simpático periodista. Aos que não se entendem com o portunhol, aprendam, esta é nossa língua híbrida em América del Sur.
Sem preconceito linguistíco, o espanhol é a língua que possui maior quantidade de livros publicados e... '"QUEM NÃO LÊ, NÃO É>"
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
RONALDO - LIVREIRO: Na falta de um Bin Laden de verdade, por Leandro Fortes
NONADA
A informação circulante é uma das signagens de nosssa era, da sociedade em rede. O Twitter limita o espaço e o blog amplia.
Enquanto não decidem o direito autoral, vamos arriscar; acho que devemos divulgar o que os amigos estão lendo ou leram de significativo. Então vamos lá !
RONALDO - LIVREIRO: Na falta de um Bin Laden de verdade, por Leandro Fortes
Afinal a quem pertence o conhecimento? Como mensurá-lo?
A informação circulante é uma das signagens de nosssa era, da sociedade em rede. O Twitter limita o espaço e o blog amplia.
Enquanto não decidem o direito autoral, vamos arriscar; acho que devemos divulgar o que os amigos estão lendo ou leram de significativo. Então vamos lá !
RONALDO - LIVREIRO: Na falta de um Bin Laden de verdade, por Leandro Fortes
Afinal a quem pertence o conhecimento? Como mensurá-lo?
Teleteclação
Nova Era e Eterno É
Na Sociedade da Informação a manipulação das informações são comunicadas em telas óticas. Guetemberg, por certo, não se assustaria com tal transmutação pois o conteúdo da informação comunica processos cognitivos de emissão e recepção de mensagens por um MEIO.
Como dizia McLuhan: "O MEIO É A MENSAGEM" e, para além da sociedade de consumo, ou da comunicação de massa, nosso querido poeta e semiólogo Décio Pignatari acrescentou humor à frase do comunicólogo canadense: "O MEIO É A MASSAGEM'.
Era Gutemberg, ou dos tipos móveis, da imprensa, do livro, do jornal diário, das revistas e públicações avulsas, do linotipo, emparelha os processos técnicos e artísticos num fazer artesanal, manual. Talvez a era Digital transfere o esforço decisivo da criação para os sentidos periféricos do corpo, deixando ao interior a sensibilidade e o talento coletivo.
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