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terça-feira, 10 de abril de 2012

O QUE PRECISA SER DITO

NONADA

Uma tradução pela sedução do texto e pela sedição da palavra permite ao autor se passar por leitor. Assim como o lançamento de um livro, uma entrevista radiofônica, televisiva ou impressa, os fatos da vida de um escritor determinam a pauta dos Jornais e de suas manchetes. Objetivo: vender ilusões em meias verdades, que se espalham em estilhaços por links de informação sobre pixels, frames e papéis. O alvo: cidadãos da "urbe", velhos, crianças e jovens, civis e militares, numa apoplexia coletiva. 

Nesse contexto, pensar é duvidoso, perigoso; provoca o choque de opiniões, o exercício da liberdade, a prática da ciência dos espíritos: Hermenêutica.  Quem se atreve, se embaraça, mas nem sempre se embaça.

"Quem é capaz de suportar tudo pode atrever-se a tudo."

"Nunca separei o escritor da pessoa que o escritor é. A responsabilidade de um é a responsabilidade de outro."

Günter Grass



O escritor alemão Günter Grass (1927) é  assunto do dia por seu poema "O que precisa ser dito", publicado aqui na versão espanhola. Outras traduções: Revista Cult  e blog Cantar a Pele de lontra IV 

O que pensa o escritor define sua obra? Uma criança é apenas uma criança antes do adulto que a julgará no futuro? Questões se multiplicam a partir da  polêmica criada por um escritor, que já não omite sua participação no front nazista; aqui, o que está em jogo é a paz no mundo em que vivemos, ou esquecemos disso e voltamos a ser criança.

A publicação de seu poema, em 2 de Abril último, pelo jornal alemão Süddeutschen Zeitung lança um alerta à censura praticada pelos adeptos do pensamento único, que condenam manifestações de oposição à ideologia  neoliberal do mundo globalizado, das potências econômicas e militares,  entre elas Israel, colecionadores de ogivas nucleares, camufladas em pátios e jardins de suas instalações bélicas, que escapam às inspeções da ONU (Organização das Nações Unidas). 

Enquanto as atenções do mundo, manipuladas por agências de notícia e informativos afins, focalizam as rimas informativas e formativas de G. Grass, que retumbam sobre o poder nuclear de Israel e sua caricatura pelo Iran, o perigo dorme em silencio no palácio dos horrores, a ser aberto ao público no advento da Terceira Guerra Mundial, pouco antes dos sobreviventes humanos da hecatombe voltarem às cavernas. 

Pesquisa sobre o Escritor e seu Poema revela milhares de links que oferecem adjetivações e juízos de valor, que vão desde a sumária condenação de Günter como "persona non grata" a sua popularização enquanto baluarte de manifestações pacifistas na Alemanha. A multiplicidade de informação interessa ao internauta leitor, sujeito atento, crítico, participante dos fatos; aos outros, sujeitos passivos, que não se importam com a complexidade de uma singularidade que cabe no espaço de um riso, a cena exposta "passa batida", ou seja, não é percebida. 

Com a palavra o poeta, por EL PAIS INTERNACIONAL de 4 de abril de 2012, disponível em: <http://internacional.elpais.com/internacional/2012/04/03/actualidad/1333466515_731955.html>. Acessado em 09/04/2012.



Lo que hay que decir

El escritor alemán se opone a un ataque israelí contra Irán


Por qué guardo silencio, demasiado tiempo,
sobre lo que es manifiesto y se utilizaba
en juegos de guerra a cuyo final, supervivientes,
solo acabamos como notas a pie de página.
Es el supuesto derecho a un ataque preventivo
el que podría exterminar al pueblo iraní,
subyugado y conducido al júbilo organizado
por un fanfarrón,
porque en su jurisdicción se sospecha
la fabricación de una bomba atómica.
Pero ¿por qué me prohíbo nombrar
a ese otro país en el que
desde hace años —aunque mantenido en secreto—
se dispone de un creciente potencial nuclear,
fuera de control, ya que
es inaccesible a toda inspección?
El silencio general sobre ese hecho,
al que se ha sometido mi propio silencio,
lo siento como gravosa mentira
y coacción que amenaza castigar
en cuanto no se respeta;
“antisemitismo” se llama la condena.
Ahora, sin embargo, porque mi país,
alcanzado y llamado a capítulo una y otra vez
por crímenes muy propios
sin parangón alguno,
de nuevo y de forma rutinaria, aunque
enseguida calificada de reparación,
va a entregar a Israel otro submarino cuya especialidad
es dirigir ojivas aniquiladoras
hacia donde no se ha probado
la existencia de una sola bomba,
aunque se quiera aportar como prueba el temor...
digo lo que hay que decir.
¿Por qué he callado hasta ahora?
Porque creía que mi origen,
marcado por un estigma imborrable,
me prohibía atribuir ese hecho, como evidente,
al país de Israel, al que estoy unido
y quiero seguir estándolo.
¿Por qué solo ahora lo digo,
envejecido y con mi última tinta:
Israel, potencia nuclear, pone en peligro
una paz mundial ya de por sí quebradiza?
Porque hay que decir
lo que mañana podría ser demasiado tarde,
y porque —suficientemente incriminados como alemanes—
podríamos ser cómplices de un crimen
que es previsible, por lo que nuestra parte de culpa
no podría extinguirse
con ninguna de las excusas habituales.
Lo admito: no sigo callando
porque estoy harto
de la hipocresía de Occidente; cabe esperar además
que muchos se liberen del silencio, exijan
al causante de ese peligro visible que renuncie
al uso de la fuerza e insistan también
en que los gobiernos de ambos países permitan
el control permanente y sin trabas
por una instancia internacional
del potencial nuclear israelí
y de las instalaciones nucleares iraníes.
Solo así podremos ayudar a todos, israelíes y palestinos,
más aún, a todos los seres humanos que en esa región
ocupada por la demencia
viven enemistados codo con codo,
odiándose mutuamente,
y en definitiva también ayudarnos.

Traducción de Miguel Sáenz. El texto original en alemán se publica hoy en el diarioSüddeutsche Zeitung



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

CÓPIA

O OLHAR DO CHICO


"Nasceste no lar que precisavas. Vestistes o corpo físico que merecias. Moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com o teu adiantamento. Possui os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais - nem menos - , mas o justo para as tuas lutas terrenas. Teu ambiente de trabalho é o que elegestes, espontaneamente para a tua realização. Teus parentes, amigos são almas que atraístes, com tua própria afinidade. Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle, tu escolhes, recolhes, eleges, atrai, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência. Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes, fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência. Portanto, não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos, reprograma a tua meta, busca o bem e viverás melhor. Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo Fim". (Chico Xavier)

NONADA
Tropeçamos em palavras, frases, parágrafos, capítulos,livros, fotografias, cenas de cinema e até novelas e telejornais, que representam o mundo que estamos, e que não é o que vivemos, o que somos, mas o que se diz que sejamos.
A foto do Chico Xavier pertence a quem? 
Encontrei no blog FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER que cheguei por acaso durante busca sobre o gaúcho Caio Fernando Abreu. Motivo: leitura dramática do texto "Zona Contaminada", do artistas gaúcho, Caio Fernando Abreu (1948-1996).

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Educação para os Meios

NONADA


No início deste século vi meu trabalho se esvair junto com a esperança de que o espaço público possa resistir às privatizações da globalização midiática. A máquina politica mostrava sua eficiência, em Minas Gerais, ao classificar de pública sua televisão estatal, inserida nos propósitos do Governador, de seus correligionários e de partidos filiados. Em suma: a televisão cultural e educativa seguia seu rumo, com a complacência de seus trabalhadores, não mais revolucionários, mas, adequados ao   "plano de negócio" estabelecido e em conformidade com seu grau de "empregabilidade".
Caminhante segui novos rumos, preferi a estrada à estrebaria. Na academia, coordenei curso de Comunicação Social - ainda tinha curso de jornalismo no sertão, depois, só ficou Publicidade e Propaganda. Jornalista virou docente, embebido de verdades passadas, que fizeram o ganha pão e a prática literária de Machado de Assis; a investigação do "Pena Branca" trouxe as denúncias contra o "esquadrão da morte"; Hamilton Ribeiro explode com uma mina na guerra do Vietnam, anunciado a derrota dos EUA, em cobertura para a revista "Realidade"; Stanislaw Ponte Preta e Henfil no Pasquim, sem esquecer os "heróis da resistência", que sobreviveram às quebradeiras das investidas militares, na ditadura, fugindo do Brasil.
Este jornalismo ficou, junto com a poesia de Carlos Drummond. Por outro lado, a poeira das redações e o barulho das máquinas de escrever, foram substituídos pelo silêncio acéptico dos computadores em rede. Não mais repórteres nas redações, jornalistas investigativos pesquisam na internet, acompanhados por marketeiros e "costas largas" que definem o tom e o ritmo das notícias. A verdade instantânea, diferente daquela produzida em 25 frames por segundo ou 350 toques por minuto.
Deu no que deu: Além dos cabos e fibras óticas, o Brasil do povo é o que o povo vê na TV. A privatização do espaço público chegou no campo das idéias. Escola pública vira manchete policial, a escola deixa de ser um "locus" do pensamento para ser o Circo Voador: professores loucos e deprimidos e jovens desnorteados. Como na televisão a escola se afasta da cultura genuína, dos méritos agregatórios da família, não promove o livre pensar. segundo a lógica empresarial, as escolas se apoiam em números, estatísticas, fornecem informação a rodo e conhecimento em gotas, Aqui o espaço público não pensa, recebe a mensagem pronta, como na educação bancária, criticada pelo mestre Paulo Freire.

De outro mestre, espanhol, recebo a notícia de um seminário sobre Educação para os Meios na Espanha. Enquanto isso, vamos "levando a vida como ela é" ao sabor de Nelson Rodrigues.

Ponta de agulha

NONADA
Escrituras virtuais.
Já fazem décadas que procuro o significado destas escrituras, que se expandiram pela internet com a expansão do cyberespaço, povoado por andróides em games, tecnologias digitais de ponta, sociedade em rede e um novo olhar sobre a humanidade.
Talvez um olhar vesgo, caolho, míope, quando focamos a sedução consumista que estas tais novas tecnologias provocam. Mas, na essência, apenas um novo modo de ver o visto, de compensar a saturação da informação com o esquecimento.
Será que a memória será preservada em bits e bytes? As pessoas poderão ser apenas pessoas, que nascem e morrem no misterioso fenômeno de viver?
Volto a fita: "Nonada... " a dúvida é apenas o instante em que me coloco no mundo como um cidadão livre, que busca o conhecimento amplo do ser, como o instante em que a jabuticaba sai da flor, cria casca e sabor, e rola dos dedos prá boca da criançada, depois da chuvarada.
"Nonada ..." é meter o pé na na enxurrada, com calçado e tudo, e sentir aquela alegria de transgredir o limite entre o passeio e a rua, a navegar naquele rio passageiro, que assusta como um trovão, no instante de raio e tempestade para depois acalmar a tarde no bordado do arco íris.
"Nonada..." Mestre Guimarães Rosa teclava suas escrituras na máquina datilográfica, ou tecia nos bordados em texturas de rabiscos à mão, esparramados  nos cadernos de viagem.
A palavra é palavra, analógica e digital, no seu estado bruto de pedra. Depois vem a cor da imagem da palavra que completa o assunto do momento.

De "alma lavada", tenho pontaria e fé nas bem-aventuranças da vida, o "coisa ruim" não me assusta e nem mais nada, cabeça nos deslizes do envelhecer, celebro a vida no terreiro: os netos correndo atrás de bola, a jaboticabeira florida, com minha mulher nas horas pequenas, e o cão que me vigia o tempo todo por tudo enquanto é lado da casa que ele faz de morada segura.
Nesta busca pelo conhecimento vivido, vou descobrindo velhas coisas que não sabia que sabia não saber, agora esqueço, a memória conta histórias do agora. Na rua conheço pessoas, como na roça, nos cumprimentos de passagem.
Quem vem lá?
Matheus e Fernanda?
Maíra e Pepito? Aline, Meno e Malaka? Carlão? Joãozinho, Lauzinha e Didi? Tem mais gente no samba do que na reza.

Acendam todas as lâmpadas, de correntes contínua e alternada. A música vai sair do vinil pra zoar no terreiro com a imitação da sanfona de Gonzaga, do violão de João, do grito tribal dos Beatles e dos desbundes de Caetano em "Eu sou neguinha". A festa promete varar a noite e atrapalhar o canto do galo, prá vingança de Chico com seu "Apesar de Você", já sem a chieira da vitrola, empacotado no CD para a leitura ótica dos raios laser, no equipamento de som .
Êta Brasilzão em que se plantando tudo dá ... delícias do "flashe Brasil" (manjericão) que dá cheiro e tempero e descobre um só formato de velhas e novas tecnologias, também dispensáveis na fugaz alegria do "viver de morrer" dito por Heráclito.

Nonada é tiro de pontaria, silêncio no burburinho da tarde, na cantoria da passarada.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

"Rita Lee foi passear..."

http://www.ritalee.com.br/blog/?p=350 NONADA. RobertoCarvalho é homem  "de sorte"; encontrar a mulher de nossa vida é como o amor pela Virgem Maria: é um ato de fé. Juntos com a música, compartilham o amor da família, a convivência mito/ realidade com as diferentes individualidades  mescladas na "massa" da "Geléia Geral", que faz a cultura humana. O "fato" de não conceder seu espaço de criação e atuação pública ao declínios da cultura de massa é um detalhe precioso de suas carreiras artística, nesta época submissa à mercadotecnica, em que indivíduos são substituídos por marcas, em tatuagens espalhadas em corpos, "sarados", e que se identificam por "tribos", protegidas pela impunidade do anonimato coletivo, de espaços virtuais.

Rita, com os Mutantes, puxaram o comboio de um trem de ferro, que saiu de Minas Gerais com o "Clube da Esquina" e foi parar em "Sampa", com a Jovem Guarda e a Tropicália, mediados pelos Festivais da MPB, transmitidos ao vivo pela televisão, a mais nova moradora dos lares humildes e mansões, amalgamadas na cultura brasileira com influências musicais do Jazz, do Blues, do Samba, do Rock'Roll e da Bossa Nova, nova moda de jovens, intelectuais, boêmios da pequena burguesia carioca e sãopaulina; praieira, dos embalos de sábado à noite, que não incomodava os militares a serviço da ditadura imperialista dos EUA, nos tempos de Guerra Fria (Comunismo x Capitalismo). Na atmosfera global, a Revolução da Juventude explodiu em Paris, 1968, com a movimentação pública de jovens, operários, artistas e intelectuais, numa gigantesca manifestação pública, que se esparramou  pelas ruas centrais e adjacentes da cidade francesa, em eco com outras capitais, em diversos lugares do mundo, conectados pela televisão, pelo rádio, jornais e revistas que mostravam o mundo em fase de globalização, num  movimento de massa, denominado, entre outras pérolas colhidas pela Contracultura, de "Barricadas do Desejo".

Hoje... a contracultura é tribal, local. Está no twitter, facebook, como o gaijinsentai , formando um emaranhado de informações comunicadas por nodos, em de links magnéticos, que aproximamam máquinas e apontam rotas; côncavas, convexas, paralelas, num traçado de teias, sútis significações múltiplas, textura do ciberespaço. A internet tráz outra revolução com a democratização da comunicação. A juventude perde a face, ou melhor, assume múltiplas identidades nesta televisãoZONA que é a "rede interligada de computadores via IP (Internacional Protocol).

Agora, jornalista que se preza é blogueiro. Desempregado, arranca seu sustento de acordo com a publicidade assinalada pelos cliques em seu blog. As empresas de comunicação, por sua vez, criam um novo conceito de redação jornalística e o produto, quase sempre, aponta para a banalização dos saberes, para o sensacionalismo e terrorismo midiático, que gravita em torno do pensamento único, que rege a globalização do neoliberalismo, trazendo ao Estado um papel diferenciado do público, mais voltado para o policialesco.

NONADA- sem emprego, blogueiro, creio na rebeldia juvenil, na inteligência que brota da arte e do pensamento revolucionário, que transforma o feio em belo. Cultivo o amor às pessoas de "boa vontade", como as crianças e os velhos sábios; a música solar ou lunar, que vibra em nossos sentidos como trombetas dos anjos e arcanjos, e nos protege das baladas eletrônicas da moda, extasiantes e sudoríferas..

A cultura das mídias emerge das redes sociais, pontos de encontro virtuais da internet. Os velhos revolucionários românticos da contracultura, que buscavam paz e amor, entre canhões e soldados armados de fuzil e bombas de gás lacrimogênio se mandaram para a Califórnia, Aruba, São Tomé e Biberibe. Já não representam aquela "massa juvenil colorida". Sobreviventes de uma guerra invisível, perversa, jovens velhos entre velhos jovens; contamos com a energia do abacate, da manga, da jaca, da banana e do "bom da vida", que emana da saúde e contemporaneidade de artistas que, como Rita Lee, fez de sua vida uma paixão, compartilhada com seu namorado, seus filhos e seus fãs; ... uma canção eterna, que alça a liberdade de voar nas próprias idéias e sentimentos.

Há muito o que aprender com a vida e seus fenômenos, pois nossa estadia na terra tem um custo pessoal: lutar pelas "Crianças do Futuro", para que possam bailar ao som do luar, do mar, das palmeiras ao sol no sal da Terra.

Caras e bocas.

POR QUE O MÁRIO NÃO ESTÁ NO FACEBOOK?

NONADA 
 Diria, livro das caras, pois todo mundo faz pose para sair no facebook. 
A tecnologia é simples; seus aplicativos se tornam caros na mundialização do capitalismo e na acomodação do pensamento e da cultura contemporânea. 
Não diiria que uma revolução pode trazer inteligências múltiplas para todos; todas as revoluções, enquanto revoltas, deixaram muitos mortos e poucas conquistas morais. O poder sempre se aproveita para se rearticular e os mais fortes sobrevivem - seleção natural. 

Se a vida de hoje é instantânea, como leite em pó, por que não utilizar as ferramentas de que dispomos? Que as tecnologias não são ingênuas, é fato. Mas  seu uso e abuso, às vezes, é um pé no "SACO", como por exemplo: ver no twitter uma "idiotinha" comparar Rita Lee com Marisa Monte (com todo respeito a esta diva contemporânea) enaltecendo que a dinossaura Rita está "velha". Isso é fala de gente "besta", sem história, que preenche o vazio das cabeças com aquilo que o gado deixa pelo pasto. Até que o lixo defecado por esses nobres animais ajuda no desenvolvimento das hortaliças, leguminosas e árvores frutíferas. E os subprodutos desses ilustres ruminantes, nem sempre terminam no açougue, pois podem render fantasias no folclore nacional ou na memória literária de artistas como Monteiro Lobato ("Sítio do Pica Pau Amarelo"). 

 A natureza é sábia, senão cientistas como  Darwin e tantos outros não se ocupariam  em observá-la como objeto de estudo para formulação de teorias revolucionárias; bem como os índios, povos da floresta, não criariam mitos divinatórios, Deuses da vida e da guerra, para representá-la, atentos a suas nuances e magia natural. 

"O rei está nú":

Se o dedo semiótico de Deus aponta para o Uno, as coisas estão se aglutinando em torno de boas energias, bons fluídos, provocando sinergias, pensamentos novos e práticas profissionais éticas como o jornalismo investigativo, científico, ou as denúncias do "jornalismo de guerrilha", que desnuda o poder dos mass midias. 

Participar de um canal de comunicação não é mais privilégio; com talento e dedicação coletiva se consegue a radiação de um sinal magnético, embora ainda seja de uma mensagem de pequeno alcance, a fumaça de fogueira dos índios, pois os conglomerados de comunicação e tecnologias da informação dominam o mercado globalizado. 

 Quero dar um sinal positivo (gostei) para o trabalho do estudante de Jornalismo Michael Eudes, que apurou e escreveu a matèria "Mário Gomes, o cineasta: O roteiro da vida de um talentoso mineiro", publicada no Jornal O TEMPO em 30/11/2010. Michael conheceu a história de Mário e acreditou no que ouviu e viu. Não se tratava de uma celebridade, mas de um homem, que já "aprontou as suas", em monociclos (atravessou um monociclo o arco do viaduto da Floresta, o que provocou medida preventiva da prefeitura ao colocar um obstáculo uma tela de ferro para evitar o desvairio de outro quixotesco, descaracterizando no patrimônio - pra quem não conhece, o poeta Carlos Drummond de Andrade conta de traquinagens juvenis, de sua turma de poetas e loucos, sobre os arcos deste viaduto sobre o rio Arrudas.

 Talvez a grande dificuldade do Mário, cineasta em tempos de facebook, seja se adaptar ao benefícios das Leis fiscais, estaduais e federais, que promovem o Incentivo à Cultura, e também o não desejo de se envolver nas comunidades virtuais como Orkut, Facebook, Twitter etc. Conheço o "quixotesco" amigo desde o século passado e sei que ele não desiste, mas seu maquinário artístico, cenotécnico e tecnológico na certa sucumbirá como sucata, ou nas mãos de terceiros que irão comprar seu patrimônio. Este ângulo a matéria do jornal não focou: como vive o cineasta Mário Maria Fernandes Gomes? Isso não importa, como cantou  Chico Buarque de Hollanda: "A DOR DA GENTE NÃO SAI NO JORNAL"

VIDA DIGITAL

AQUELE ABRAÇO! PARA A SANTA RITA E QUE DEUS LHE DÊ VIDA LONGA ... PRECISAMOS DE SEU VIGOR, ALEGRIA, CORAGEM E AMOR. <http://www.ritalee.com.br>
 
Somo imortais no Facebook

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

História Geral da África em português | Brasilianas.Org

História Geral da África em português | Brasilianas.Org NONADA
Boa Luiz Nassif ONline, o JOão Maurício prestou um grande serviço à nossa clarevidente antropologia africana.
Continente mãe, temos que vigiar a África, como cuidamos do interior do nosso ser.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

YouTube - Alejandro Teitelbaum: libro "La armadura del capitalismo". Parte 1.

NONADA
Vem de Cuba, a ilha de Fidel, que hoje é dos jovens, da geração "Y", indivíduos que têm conhecimento e trabalham para um mundo mais justo.
O TUBE, ou tubo (como o de raios catódicos que deu orgiem à televisão) permite uma comunicação mais assíncrona com os detentores e mantenedores dos sistemas mídiaticos globais, que veiculam o "pensamento único" que interessa aos países e grandes corporações ricas.
Neste link do YOUTUBE, o jurista e escritor cubano, Alejandro Tetelbaum fala de seu livro "La armadura del capitalismo", com o jornalista do canal CubainformacionTV, que podemos receber por email.
YouTube - Alejandro Teitelbaum. Autor del libro "La armadura del capitalismo". Parte 1.

Alejandro Teitelbaum. Autor do livro "A armadura do capitalismo". Parte 1."O poder das sociedades transnacionaies no mundo contemporáneo"  é ol subtítulo deste livro, editado pela asociación Paz con Dignidad, OMAL e a editorial Icaria"
(tradução pcless@ do original CubainformacionTV parte 1) - veja a segunda parte desta entrevista com Alejandro Teitelbaum
 Como diz Alejandro, os movimentos sociais pedem um mundo possível; nós precisamos de um mundo necessário, eficiente as ricos aos pobres e a toda natureza submetida à "Seleção Natural", ou como disse Karl Marx: "A cada um de acordo com a sua capacidade, a todos de acordo com as suas necessidades".
Assistam a continuidade da entrevista a imagem é profissional e Alejandro é entrevistado por um simpático periodista. Aos que não se entendem com o portunhol, aprendam, esta é nossa língua híbrida em América del Sur.
Sem preconceito linguistíco, o espanhol é a língua que possui maior quantidade de livros publicados e... '"QUEM NÃO LÊ, NÃO É>"

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

RONALDO - LIVREIRO: Na falta de um Bin Laden de verdade, por Leandro Fortes

NONADA
A informação circulante é uma das signagens de nosssa era, da sociedade em rede. O Twitter limita o espaço e o blog amplia.
Enquanto não decidem o direito autoral, vamos arriscar; acho que devemos divulgar o que os amigos estão lendo ou leram de significativo. Então vamos lá !

RONALDO - LIVREIRO: Na falta de um Bin Laden de verdade, por Leandro Fortes

Afinal a quem pertence o conhecimento? Como mensurá-lo?


Teleteclação

Nova Era e Eterno É


Na Sociedade da Informação a manipulação das informações são comunicadas em telas óticas. Guetemberg, por certo, não se assustaria com tal transmutação pois o conteúdo da informação comunica processos cognitivos de emissão e recepção de mensagens por um MEIO.

Como dizia McLuhan: "O MEIO É A MENSAGEM" e, para além da sociedade de consumo, ou da comunicação de massa, nosso querido poeta e semiólogo Décio Pignatari acrescentou humor à frase do comunicólogo canadense: "O MEIO É A MASSAGEM'.

Era Gutemberg, ou dos tipos móveis, da imprensa, do livro, do jornal diário, das revistas e públicações avulsas, do linotipo, emparelha os processos técnicos e artísticos num fazer artesanal, manual. Talvez a era Digital transfere o esforço decisivo da criação para os sentidos periféricos do corpo, deixando ao interior a sensibilidade e o talento coletivo. 

@NONADAs: Flores para o natal 2010

@NONADAs:

 Sir John Winston Lennon para o natal 2010


imagem: escrita chinesa para CRISE
 NONADA

@NONADAs: Flores para o natal 2010

@NONADAs: Flores para o natal 2010 NONADA

@NONADAs: Flores para o natal 2010

@NONADAs: Flores para o natal 2010 NONADA

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Flores para o natal 2010

NONADA


Natal é dar e receber presentes, afetos, esperanças, alegrias, encontros, enquanto se é criança ou adepto de alguma crença religiosa. Acredito no Cristo Menino, de Belém, em Jesuralém, aquele que dizia: "Amai-vos una aos outros". Ele morreu na cruz, ressuscitou em nossas mentes. 
Continuo ateu, sem crença a professar,  não espero um nascimento mágico neste Natal, mas tenho esperanças e acredito que urge salvar o homem de si próprio, para os que pensam no próximo com amor o natal será feliz..



"Ajude as pessoas que choram a ser capazes de
fazer alguma coisa pela causa dos tombados,a
não deixá-los morrer em vão.
Embora possa sentir desepero e um profundo
cansaço,você não deve abdicar de uma liderança que
significou muito para a humanidade."
John Lennon



Mataram aquele que disse: "Verde que te quero Verde"; também o que disse: "Amai-vos uns aos outros"; idem ao que disse: "Dê uma chance à paz". 

A indústria belicista, que produz a morte e os lucros em alta escala, continua a crescer no mundo ; duas grandes guerras mundiais e diversas locais, não significaram um alerta à vida dos seres humanos e de nossa casa Terra, que sucumbe em lágrimas de chuvas ácidas..

"A DOR DA GENTE NÃO SAI NO JORNAL"_ Chico Buarque de Hollanda

No corredor interior da escola particular, Izabella Hendrix. em Betim, Região Metroplolitana de Horizonte, o professor de Edcação Física, Kassio Viniciu Gomes, 39 a, foi surpreendido pelo aluno Amilton Loyola, 23 anos, que lhe desferiu um golpe de faca, mortal, profissional, perfurando o diafragma e atingindo o coração,  no tumulto do corredor da escola Hendrix nem seu grito foi ouvido.Estudantes e enfermeiros que prestavam os primeiros socorros, enquanto o assassina fugiu, calmamente, solitário, sem conversa, como sempre viveu ali, segundo depoimento dos colegas.

Todas as mídias nacionais focaram suas lentes nessa barbárie, que mostra a banalização do crime nas escolas, bem como em nossa sociedade.

A família, estarrecida, após ter vivido cena semelhante há um ano, quando o pai foi assassinado a facadas durante assalto na casa de praia em que passavam férias; só pode contar com a forte comoção, solidariedade e afetos dos parentes, amigos, estudantes e cidadãos, que se aproximavam nestas horas tristes, em que sonhos e esperanças se turvam em lágrimas. 

Como buscar a paz emtre os homens? Como acreditar na educação? num mundo educado pela televisão, pelo capitão Nascimento das Tropas de Elite, pelas catástrofes naturais e provocadas pelos homens? Perguntas sem respostas, às vezes imobilizadas pela angústia e a depressão, doenças de nosso século.

Ninguém entende a morte covarde de um educador, querido por seus alun@s,  que participava de caminhadas, montanhismo, distribuindo fé e alegria, uma vida digna que tomba nas mãos de um canalha, cujo crime será justificado por argumentos hipócritas, psicóticos, patológicos, esquizofrênicos, de um sistema de educação e social que caminha para a falência, se não nos tornarmos libertários.

A impressa noticia o fato, repercute a tragédia, a família e os amigos enterram o morto, eleras-se missa de sétimo dia e o paraíso é a garantia que Kassio leva de deus. A dor permanecerá para sempre no coração de sua família, que se consola na crença em um Deus Justo. Entre nós, simples mortais habitantes deste planeta condenado ao fim, o que muda? Apenas a cena do crime? E nossas consiciências? E o nosso direito de legislar sobre nossas vidas, libertário e não libertinário como o que rege as orgias e falcatruas dos políticos? Há esperança sim, neste natal vamos cuidar do nosso jardim, inteior, visitado por nossos amores e por nossa solidão.

Até quando os nossos mestres, tão significativos em nossa formação humana, em parelha as famílias e comunidade,  continurão sujeitos à banalização da violência nas ruas, praças, escolas (particulares e públicas), assustados, ameaçados e não mais felizes no ato de educar; apesar dos baixos salários, do assédio moral do gestores capitalistas, sem cair na mesmice, no banal que se vê nos quadros docentes da maioria das escolas, que servem ao modelo (neo)neoliberal de ensino; desmotivados na vida e na profissão que escolheram por amor e vocação.

Vivemos num mundo onde nos escondemos para fazer amor! Enquanto a violência é praticada em plena luz do dia.
John Lennon

Nossos Governos investem na inclusão digital, mas esta tecnologia é ineficaz se nossas escolas cerram suas portas com medo, e os mestres caem doentes, incapacitados de fazer prevalecer a disciplina, o respeito e a dignidade pelo ser humano.

Querem ensinar batedores a serem campeões de "porrada", soldados valentes a matar pela guerra; hábeis operadores de sistemas informacionais; mentes utilitárias, que não foram produzidas para pensar e sim, submissas; tecnocratas, eficientes com garantia de empregabilidade e salários para consumir?

Os governantes investem mais em armas do que em educação, saúde, transporte coletivo público, moradia. Desta grande ceia de Natal, em que o Brasil comemora sua escalada  para sétima economia mundial em 2011, "ficamos com as batatas". Alguém duvida? Reclame no Procom, vale a pena?..

LA IMAGEN - Nova York, 30 anos depois, rende homenagens e chora o brutal assassinato daquele que disse: "All need is love", Jonh Lennon 

John Lennon Feliz Navidad FELIZ NAVIDAD

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Escuelas indias parte 1.mpg

NONADA
Com a droga pesada (crack) invandindo a cabeça de crianças e jovens, as escolas precisam rever seus métodos arcaicos. Um exemplo está na Índia, comparem os métodos de duas escolas privadas, que aplicam meditação, liberdade e união em suas aulas.
Muy bien. Somos brasileiros e não temos prática de bailar pelo "astral", meditação transcendental é coisa dos hippies que sorriam, cantavam e bailavam com suas roupas coloridas, entregando flores aos soldados que se drogavam no Vietnan para suportar tanta crueldade contra um povo que, ao fim, ganhou a guerra detonada pelos USA, nos anos 1960.
Bem, pratiquem nossa segunda língua latinoamericana: el español: "HAGAN SILENCIO (BOCA CERRADAS: ESCUCHEN SU RESPIRACIÓN!) PARA NO MOLESTAR LAS ABEJAS!. NO TENGAN MIEDO!
EDUCAOMUNICADORES, a educação mudou, interessa o processo; o mundo mudou com a ERA DIGITAL, mesmo sem sincronia, som e imagem chegam pelos quatro cantos da nossa cabeça, de nossa sala, de nossas casas e do mundo.

Como Jesús se Convirtió en Cristo Parte 1 (Español)

NONADA
Silêncio. O sorrizo de uma criança e o perfume de uma flor bastam para sentir a presença do vazio a ser preenchido com amor em nossa espiritualidade.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

CÓPIA

"Nasceste no lar que precisavas. Vestistes o corpo físico que merecias. Moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com o teu adiantamento. Possui os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais - nem menos - , mas o justo para as tuas lutas terrenas. Teu ambiente de trabalho é o que elegestes, espontaneamente para a tua realização. Teus parentes, amigos são almas que atraístes, com tua própria afinidade. Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle, tu escolhes, recolhes, eleges, atrai, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência. Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes, fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência. Portanto, não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos, reprograma a tua meta, busca o bem e viverás melhor. Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo Fim". (Chico Xavier)
NONADA
Em nossa caminhada vidafora, tropeçamos em palavras, frases, parágrafos, capítulos, livros, dicionários, fotografias, cenas de cinema e de novelas, telejornais, realidades que não nos pertencem, mas que representam o mundo que vivemos, não o que somos, ou que criamos como meio de vida; são repesentações do que somos, o que fingimos ser. Daí discutir pertencimentos do direito autoral no ciberespaço, via copyright ou copyleft, cabe, por analogia, aos debates sobre a validade das ideologias capitalistas e socialistas (comunistas) na época da Guerra Fria. Mentira. Hipocrisia; coisas que não interessavam ao Caio F. Abreu que queria apenas viver feliz e em paz no seu jardim florido, em Pôrto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, Brasil.

A foto do mineiro Chico Xavier colada na cabeça deste post, legendada com texto de Chico, a quem pertence??? Encontrei essa pérola no blog FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER que cheguei, por acaso, na busca pelo poeta, dramaturgo e escritor Caio Fernando Abreu (1948-1996); me sentia encantado após assistir a leitura teatral dos alunos do Teatro Universitário (TU), do texto "Zona Contaminada", escrito pelo artistas gaúcho.

No pequeno espaço da biblioteca pública do Centro Cultural Padre Eustáquio, Belo Horizonte, senti a presença de Caio na leitura dramática daqueles jovens atores e atrizes que, num gesto de amor e doação profissional, transmitiram, através da oralidade e do sentimento, o espírito do texto deixado por Caio,  que partiu num rabo de foguete, contaminado pelo mal do século: o vírus do HIV, que se reproduziu na desumanização da terra, na falência dos sistemas públicos (saúde, educação, segurança etc) e na indiferença ante o sofrimento alheio pontuada pelo prazer de ser igual ao "outro" possível, vacinado, asséptico, integrado na prevenção e controle do sistema, com sua taxa de resiliência alta, adaptado ao sistema em VIGOR. 

O Chico surge no blog da educadora Silvana Nunes, enunciado em comentário no blog CAIO FERNANDO ABREU, da Analice, que ainda não apareceu nesta história, e, parece está meio fora da "blogsfera" . Essa postagem, feita nesta noturna quarta-feira fria, de um agosto, sem gosto, mas com sabor de esperança e fé, emanada do encontro fortuíto com aqueles jovens artistas do  TU- UFMG.

Meio trôpego, pois o invisível é o real neste post, entre hiperlinks, sensações e cuidados com a plagiação do dito, interdito pela mentira, brincadeira, nonada, pois a vida é que é coisa séria de se viver.

Fico com a frase do dia: "El espírito se libera sólo cuando deja de ser un soporte" Franz Kafka.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

MAITÊ PROENÇA: entre pedras e hipócritas.

NONADA


"TUDO VALE A PENA SE A ALMA NÃO É PEQUENA", disse Fernando Pessoa.

Os futriqueiros, abutres, críticos e alpinistas inetelectuais que das academias universitária$ e redações a serviço da mercadotecnia midiológica não sentem, não ouvem e nem veem o significado pleno de um gesto feminino autêntico, como da atriz, diretora e escritora brasileira, Maitê Proença, solto no ar, além do banal, blogado por Sonia Racy, do jornal O Estado de São Paulo e recuperado pelo Anonymous User do Google Blog, em 8 de agosto de 2010.
"Tudo que presta vem da alma. Caso contrário, é tese de doutorado ou matéria jornalística. De forma mais ou menos velada a gente escreve sobre si mesma." fala de sua escritura Maitê Proença

O blogueiro Luiz Carlos Azenha comenta a opinião política da artista com sarcasmo endossado pela mediocridade dos comentaristas de seu post: "vi o mundo: o que você não vê na mídia",

Maitê é como o silêncio, que, geralmente, diz muito mais e, aquariana, não fica em cima do muro; produz imagens de realidades distintas e está ao lado daqueles que lutam com solidariedade pelos que são excluídos, como os loucos, da sociedade da mercadotecnia, enlaçada às misérias humanas.

Darcy Ribeiro disse em público, após tocar forte com seu cajado sobre uma escultura de Lisboa, em visita a Portugal, em presença de autoridades lusitanas: "Lisboa foi reconstruída com o ouro do Brasil"... A história nos lembra do terremoto de 1775 e das lendas apocalípticas e do retorno de Dom Sebastião.

O BRASIL NÃO CONHECE O BRASIL
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O pensador midiático contemporâneo francês Edgard Morin, nas viagens ao Brasil,  ficou "encantado" com nossa gente cabocla, híbrida na raça, multicultural, com raízes cromossômicas de portugueses, africanos, europeus, asiáticos e lunáticos>
Brasileiro é signo novo de gente que ri quando deve chorar e pode "desafinar o côro dos contentes", oportunitas, individualistas, que se beneficiam tirando proveito da situação.
Deixo burros e asnos em suas cocheiras, ou como escreveu  Cervantes e seu Dom Quixote: "Mais vale a estrada que a estrebaria"... seguimos viagem pelo ciberespaço, que sejam bem vindas as redes de inteligência e sentimentos verdadeiros de REVOLUÇÃO DIGITAL.

Proença, vai  além dos refletores, câmeras e maquiagem: as imagens não mentem, são o que são, representações da realidade, retocadas na edição, sonorizadas, manipuladas etc.Quanto à percepção d@ sujeit@ observador das ima-gens, essa depende de sua bagagem cultural, política, ética, moral; de sua consciência individual, social e humana.

Na entrevista à blogueira do ESTADÃO, Maité cita entre suas preferências políticas para a presidência dp pontobr, a senadora Marina Silva, que não tem o "glamur" global, nem a empáfia tucana, mas posui a fé da "gente humilde", simples - não digo simplórios. Marina tem consigo a simplicidade do povo pobre, ribeirinho, barranqueiro. Com os sentidos ocultos da floresta; guerreira não teme o combate, é "ôlho no ôlho", nos links da internet só não conta com os marqueteiros e suas pesquisas de intenção de voto, que nunca aparecem em  nossas casas fora da tv. Esses números e gráficos influenciam na credibilidade da MARCA, neste caso o político, e a mídia tradicional, de massa, cuida da imagem e da performance do vencedor, atecipando as urnas e a precisão de suas verdades representadas.
Dizem que a internet e os jovens elegeram Obama nos EUA. Aqui, no ponto br, a conexão não é "banda larga" e a galera vai no campo para assistir ao jogo e aplaudir o campeão. No debate entre os canditados pelas mídias eletrônicas, as regras são racionalizadas pelo tempo do "show bussines" , do espetáculo cujo limite é a propaganda, o comercial, a inversão do espaço público pelo privado.
Bem, Deus sabe o q faz é pede vigilância. Enquanto não perdermos o "gosto amargo da tristeza", teremos na alma as memórias da criança de olhar sincero, coração esvoaçando de alegrias; daremos cusparadas e risadas por aí, sem medo do pecado e do juízo final, pois afinal ainda cremos que vamos "tomar de assalto" o paraízo perdido por Adão e Eva, ou roubado da negra Luzia e sua gente, hoje fóssil milenar, desenterrado do tempo de nossos ancestrais humanóides, que brincavam nos campos silvestres de Lagoa Santa, em Minas Gerais.
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SEXO NO CARRO

"Bibi, fonfon! Não pare na pista, [...] senão o carro pode te pegar". Raul Seixas.

Da terra dos Beatles e dos Rolling Stones vem a nova moda: o: DOGGING, (passear com cachorros?).
É só acender os faróis ou as luzes internas do veículo e o sinal está dado para a platéia se divertir na brincadeira erótica "que mistura exibicionismo,voyeurismo e swing e deve ser obrigatoriamente feita ao ar livre e à noite" - Veja no blog: Fala De Sexo.Bem cachorrada na rua quando encontra fêmea prenhe, "corre atrás" e apenas um é o escolhido para a reprodução.
A  cena canina de rua sempre termina com a molecada se divertindo ao redor do casal que fica preso pelo rabo, cada um virado para um lado; gente escondendo a cara e até gente jogando balde de água quente pra separar a semvergonhice da cachorarrada.
No carro, os faróis e luzes internas realçam o espetáculo em tempos de internet 1, 2 e 3.0.
Cães e hominídeos têm muitas semelhanças, se diferenças de capacidades cognitiva e amorosas.
BIBI! FONFON!