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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

CÓPIA

O OLHAR DO CHICO


"Nasceste no lar que precisavas. Vestistes o corpo físico que merecias. Moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com o teu adiantamento. Possui os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais - nem menos - , mas o justo para as tuas lutas terrenas. Teu ambiente de trabalho é o que elegestes, espontaneamente para a tua realização. Teus parentes, amigos são almas que atraístes, com tua própria afinidade. Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle, tu escolhes, recolhes, eleges, atrai, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência. Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes, fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência. Portanto, não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos, reprograma a tua meta, busca o bem e viverás melhor. Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo Fim". (Chico Xavier)

NONADA
Tropeçamos em palavras, frases, parágrafos, capítulos,livros, fotografias, cenas de cinema e até novelas e telejornais, que representam o mundo que estamos, e que não é o que vivemos, o que somos, mas o que se diz que sejamos.
A foto do Chico Xavier pertence a quem? 
Encontrei no blog FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER que cheguei por acaso durante busca sobre o gaúcho Caio Fernando Abreu. Motivo: leitura dramática do texto "Zona Contaminada", do artistas gaúcho, Caio Fernando Abreu (1948-1996).

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Educação para os Meios

NONADA


No início deste século vi meu trabalho se esvair junto com a esperança de que o espaço público possa resistir às privatizações da globalização midiática. A máquina politica mostrava sua eficiência, em Minas Gerais, ao classificar de pública sua televisão estatal, inserida nos propósitos do Governador, de seus correligionários e de partidos filiados. Em suma: a televisão cultural e educativa seguia seu rumo, com a complacência de seus trabalhadores, não mais revolucionários, mas, adequados ao   "plano de negócio" estabelecido e em conformidade com seu grau de "empregabilidade".
Caminhante segui novos rumos, preferi a estrada à estrebaria. Na academia, coordenei curso de Comunicação Social - ainda tinha curso de jornalismo no sertão, depois, só ficou Publicidade e Propaganda. Jornalista virou docente, embebido de verdades passadas, que fizeram o ganha pão e a prática literária de Machado de Assis; a investigação do "Pena Branca" trouxe as denúncias contra o "esquadrão da morte"; Hamilton Ribeiro explode com uma mina na guerra do Vietnam, anunciado a derrota dos EUA, em cobertura para a revista "Realidade"; Stanislaw Ponte Preta e Henfil no Pasquim, sem esquecer os "heróis da resistência", que sobreviveram às quebradeiras das investidas militares, na ditadura, fugindo do Brasil.
Este jornalismo ficou, junto com a poesia de Carlos Drummond. Por outro lado, a poeira das redações e o barulho das máquinas de escrever, foram substituídos pelo silêncio acéptico dos computadores em rede. Não mais repórteres nas redações, jornalistas investigativos pesquisam na internet, acompanhados por marketeiros e "costas largas" que definem o tom e o ritmo das notícias. A verdade instantânea, diferente daquela produzida em 25 frames por segundo ou 350 toques por minuto.
Deu no que deu: Além dos cabos e fibras óticas, o Brasil do povo é o que o povo vê na TV. A privatização do espaço público chegou no campo das idéias. Escola pública vira manchete policial, a escola deixa de ser um "locus" do pensamento para ser o Circo Voador: professores loucos e deprimidos e jovens desnorteados. Como na televisão a escola se afasta da cultura genuína, dos méritos agregatórios da família, não promove o livre pensar. segundo a lógica empresarial, as escolas se apoiam em números, estatísticas, fornecem informação a rodo e conhecimento em gotas, Aqui o espaço público não pensa, recebe a mensagem pronta, como na educação bancária, criticada pelo mestre Paulo Freire.

De outro mestre, espanhol, recebo a notícia de um seminário sobre Educação para os Meios na Espanha. Enquanto isso, vamos "levando a vida como ela é" ao sabor de Nelson Rodrigues.

Ponta de agulha

NONADA
Escrituras virtuais.
Já fazem décadas que procuro o significado destas escrituras, que se expandiram pela internet com a expansão do cyberespaço, povoado por andróides em games, tecnologias digitais de ponta, sociedade em rede e um novo olhar sobre a humanidade.
Talvez um olhar vesgo, caolho, míope, quando focamos a sedução consumista que estas tais novas tecnologias provocam. Mas, na essência, apenas um novo modo de ver o visto, de compensar a saturação da informação com o esquecimento.
Será que a memória será preservada em bits e bytes? As pessoas poderão ser apenas pessoas, que nascem e morrem no misterioso fenômeno de viver?
Volto a fita: "Nonada... " a dúvida é apenas o instante em que me coloco no mundo como um cidadão livre, que busca o conhecimento amplo do ser, como o instante em que a jabuticaba sai da flor, cria casca e sabor, e rola dos dedos prá boca da criançada, depois da chuvarada.
"Nonada ..." é meter o pé na na enxurrada, com calçado e tudo, e sentir aquela alegria de transgredir o limite entre o passeio e a rua, a navegar naquele rio passageiro, que assusta como um trovão, no instante de raio e tempestade para depois acalmar a tarde no bordado do arco íris.
"Nonada..." Mestre Guimarães Rosa teclava suas escrituras na máquina datilográfica, ou tecia nos bordados em texturas de rabiscos à mão, esparramados  nos cadernos de viagem.
A palavra é palavra, analógica e digital, no seu estado bruto de pedra. Depois vem a cor da imagem da palavra que completa o assunto do momento.

De "alma lavada", tenho pontaria e fé nas bem-aventuranças da vida, o "coisa ruim" não me assusta e nem mais nada, cabeça nos deslizes do envelhecer, celebro a vida no terreiro: os netos correndo atrás de bola, a jaboticabeira florida, com minha mulher nas horas pequenas, e o cão que me vigia o tempo todo por tudo enquanto é lado da casa que ele faz de morada segura.
Nesta busca pelo conhecimento vivido, vou descobrindo velhas coisas que não sabia que sabia não saber, agora esqueço, a memória conta histórias do agora. Na rua conheço pessoas, como na roça, nos cumprimentos de passagem.
Quem vem lá?
Matheus e Fernanda?
Maíra e Pepito? Aline, Meno e Malaka? Carlão? Joãozinho, Lauzinha e Didi? Tem mais gente no samba do que na reza.

Acendam todas as lâmpadas, de correntes contínua e alternada. A música vai sair do vinil pra zoar no terreiro com a imitação da sanfona de Gonzaga, do violão de João, do grito tribal dos Beatles e dos desbundes de Caetano em "Eu sou neguinha". A festa promete varar a noite e atrapalhar o canto do galo, prá vingança de Chico com seu "Apesar de Você", já sem a chieira da vitrola, empacotado no CD para a leitura ótica dos raios laser, no equipamento de som .
Êta Brasilzão em que se plantando tudo dá ... delícias do "flashe Brasil" (manjericão) que dá cheiro e tempero e descobre um só formato de velhas e novas tecnologias, também dispensáveis na fugaz alegria do "viver de morrer" dito por Heráclito.

Nonada é tiro de pontaria, silêncio no burburinho da tarde, na cantoria da passarada.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

"Rita Lee foi passear..."

http://www.ritalee.com.br/blog/?p=350 NONADA. RobertoCarvalho é homem  "de sorte"; encontrar a mulher de nossa vida é como o amor pela Virgem Maria: é um ato de fé. Juntos com a música, compartilham o amor da família, a convivência mito/ realidade com as diferentes individualidades  mescladas na "massa" da "Geléia Geral", que faz a cultura humana. O "fato" de não conceder seu espaço de criação e atuação pública ao declínios da cultura de massa é um detalhe precioso de suas carreiras artística, nesta época submissa à mercadotecnica, em que indivíduos são substituídos por marcas, em tatuagens espalhadas em corpos, "sarados", e que se identificam por "tribos", protegidas pela impunidade do anonimato coletivo, de espaços virtuais.

Rita, com os Mutantes, puxaram o comboio de um trem de ferro, que saiu de Minas Gerais com o "Clube da Esquina" e foi parar em "Sampa", com a Jovem Guarda e a Tropicália, mediados pelos Festivais da MPB, transmitidos ao vivo pela televisão, a mais nova moradora dos lares humildes e mansões, amalgamadas na cultura brasileira com influências musicais do Jazz, do Blues, do Samba, do Rock'Roll e da Bossa Nova, nova moda de jovens, intelectuais, boêmios da pequena burguesia carioca e sãopaulina; praieira, dos embalos de sábado à noite, que não incomodava os militares a serviço da ditadura imperialista dos EUA, nos tempos de Guerra Fria (Comunismo x Capitalismo). Na atmosfera global, a Revolução da Juventude explodiu em Paris, 1968, com a movimentação pública de jovens, operários, artistas e intelectuais, numa gigantesca manifestação pública, que se esparramou  pelas ruas centrais e adjacentes da cidade francesa, em eco com outras capitais, em diversos lugares do mundo, conectados pela televisão, pelo rádio, jornais e revistas que mostravam o mundo em fase de globalização, num  movimento de massa, denominado, entre outras pérolas colhidas pela Contracultura, de "Barricadas do Desejo".

Hoje... a contracultura é tribal, local. Está no twitter, facebook, como o gaijinsentai , formando um emaranhado de informações comunicadas por nodos, em de links magnéticos, que aproximamam máquinas e apontam rotas; côncavas, convexas, paralelas, num traçado de teias, sútis significações múltiplas, textura do ciberespaço. A internet tráz outra revolução com a democratização da comunicação. A juventude perde a face, ou melhor, assume múltiplas identidades nesta televisãoZONA que é a "rede interligada de computadores via IP (Internacional Protocol).

Agora, jornalista que se preza é blogueiro. Desempregado, arranca seu sustento de acordo com a publicidade assinalada pelos cliques em seu blog. As empresas de comunicação, por sua vez, criam um novo conceito de redação jornalística e o produto, quase sempre, aponta para a banalização dos saberes, para o sensacionalismo e terrorismo midiático, que gravita em torno do pensamento único, que rege a globalização do neoliberalismo, trazendo ao Estado um papel diferenciado do público, mais voltado para o policialesco.

NONADA- sem emprego, blogueiro, creio na rebeldia juvenil, na inteligência que brota da arte e do pensamento revolucionário, que transforma o feio em belo. Cultivo o amor às pessoas de "boa vontade", como as crianças e os velhos sábios; a música solar ou lunar, que vibra em nossos sentidos como trombetas dos anjos e arcanjos, e nos protege das baladas eletrônicas da moda, extasiantes e sudoríferas..

A cultura das mídias emerge das redes sociais, pontos de encontro virtuais da internet. Os velhos revolucionários românticos da contracultura, que buscavam paz e amor, entre canhões e soldados armados de fuzil e bombas de gás lacrimogênio se mandaram para a Califórnia, Aruba, São Tomé e Biberibe. Já não representam aquela "massa juvenil colorida". Sobreviventes de uma guerra invisível, perversa, jovens velhos entre velhos jovens; contamos com a energia do abacate, da manga, da jaca, da banana e do "bom da vida", que emana da saúde e contemporaneidade de artistas que, como Rita Lee, fez de sua vida uma paixão, compartilhada com seu namorado, seus filhos e seus fãs; ... uma canção eterna, que alça a liberdade de voar nas próprias idéias e sentimentos.

Há muito o que aprender com a vida e seus fenômenos, pois nossa estadia na terra tem um custo pessoal: lutar pelas "Crianças do Futuro", para que possam bailar ao som do luar, do mar, das palmeiras ao sol no sal da Terra.

Caras e bocas.

POR QUE O MÁRIO NÃO ESTÁ NO FACEBOOK?

NONADA 
 Diria, livro das caras, pois todo mundo faz pose para sair no facebook. 
A tecnologia é simples; seus aplicativos se tornam caros na mundialização do capitalismo e na acomodação do pensamento e da cultura contemporânea. 
Não diiria que uma revolução pode trazer inteligências múltiplas para todos; todas as revoluções, enquanto revoltas, deixaram muitos mortos e poucas conquistas morais. O poder sempre se aproveita para se rearticular e os mais fortes sobrevivem - seleção natural. 

Se a vida de hoje é instantânea, como leite em pó, por que não utilizar as ferramentas de que dispomos? Que as tecnologias não são ingênuas, é fato. Mas  seu uso e abuso, às vezes, é um pé no "SACO", como por exemplo: ver no twitter uma "idiotinha" comparar Rita Lee com Marisa Monte (com todo respeito a esta diva contemporânea) enaltecendo que a dinossaura Rita está "velha". Isso é fala de gente "besta", sem história, que preenche o vazio das cabeças com aquilo que o gado deixa pelo pasto. Até que o lixo defecado por esses nobres animais ajuda no desenvolvimento das hortaliças, leguminosas e árvores frutíferas. E os subprodutos desses ilustres ruminantes, nem sempre terminam no açougue, pois podem render fantasias no folclore nacional ou na memória literária de artistas como Monteiro Lobato ("Sítio do Pica Pau Amarelo"). 

 A natureza é sábia, senão cientistas como  Darwin e tantos outros não se ocupariam  em observá-la como objeto de estudo para formulação de teorias revolucionárias; bem como os índios, povos da floresta, não criariam mitos divinatórios, Deuses da vida e da guerra, para representá-la, atentos a suas nuances e magia natural. 

"O rei está nú":

Se o dedo semiótico de Deus aponta para o Uno, as coisas estão se aglutinando em torno de boas energias, bons fluídos, provocando sinergias, pensamentos novos e práticas profissionais éticas como o jornalismo investigativo, científico, ou as denúncias do "jornalismo de guerrilha", que desnuda o poder dos mass midias. 

Participar de um canal de comunicação não é mais privilégio; com talento e dedicação coletiva se consegue a radiação de um sinal magnético, embora ainda seja de uma mensagem de pequeno alcance, a fumaça de fogueira dos índios, pois os conglomerados de comunicação e tecnologias da informação dominam o mercado globalizado. 

 Quero dar um sinal positivo (gostei) para o trabalho do estudante de Jornalismo Michael Eudes, que apurou e escreveu a matèria "Mário Gomes, o cineasta: O roteiro da vida de um talentoso mineiro", publicada no Jornal O TEMPO em 30/11/2010. Michael conheceu a história de Mário e acreditou no que ouviu e viu. Não se tratava de uma celebridade, mas de um homem, que já "aprontou as suas", em monociclos (atravessou um monociclo o arco do viaduto da Floresta, o que provocou medida preventiva da prefeitura ao colocar um obstáculo uma tela de ferro para evitar o desvairio de outro quixotesco, descaracterizando no patrimônio - pra quem não conhece, o poeta Carlos Drummond de Andrade conta de traquinagens juvenis, de sua turma de poetas e loucos, sobre os arcos deste viaduto sobre o rio Arrudas.

 Talvez a grande dificuldade do Mário, cineasta em tempos de facebook, seja se adaptar ao benefícios das Leis fiscais, estaduais e federais, que promovem o Incentivo à Cultura, e também o não desejo de se envolver nas comunidades virtuais como Orkut, Facebook, Twitter etc. Conheço o "quixotesco" amigo desde o século passado e sei que ele não desiste, mas seu maquinário artístico, cenotécnico e tecnológico na certa sucumbirá como sucata, ou nas mãos de terceiros que irão comprar seu patrimônio. Este ângulo a matéria do jornal não focou: como vive o cineasta Mário Maria Fernandes Gomes? Isso não importa, como cantou  Chico Buarque de Hollanda: "A DOR DA GENTE NÃO SAI NO JORNAL"

VIDA DIGITAL

AQUELE ABRAÇO! PARA A SANTA RITA E QUE DEUS LHE DÊ VIDA LONGA ... PRECISAMOS DE SEU VIGOR, ALEGRIA, CORAGEM E AMOR. <http://www.ritalee.com.br>
 
Somo imortais no Facebook

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

História Geral da África em português | Brasilianas.Org

História Geral da África em português | Brasilianas.Org NONADA
Boa Luiz Nassif ONline, o JOão Maurício prestou um grande serviço à nossa clarevidente antropologia africana.
Continente mãe, temos que vigiar a África, como cuidamos do interior do nosso ser.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

YouTube - Alejandro Teitelbaum: libro "La armadura del capitalismo". Parte 1.

NONADA
Vem de Cuba, a ilha de Fidel, que hoje é dos jovens, da geração "Y", indivíduos que têm conhecimento e trabalham para um mundo mais justo.
O TUBE, ou tubo (como o de raios catódicos que deu orgiem à televisão) permite uma comunicação mais assíncrona com os detentores e mantenedores dos sistemas mídiaticos globais, que veiculam o "pensamento único" que interessa aos países e grandes corporações ricas.
Neste link do YOUTUBE, o jurista e escritor cubano, Alejandro Tetelbaum fala de seu livro "La armadura del capitalismo", com o jornalista do canal CubainformacionTV, que podemos receber por email.
YouTube - Alejandro Teitelbaum. Autor del libro "La armadura del capitalismo". Parte 1.

Alejandro Teitelbaum. Autor do livro "A armadura do capitalismo". Parte 1."O poder das sociedades transnacionaies no mundo contemporáneo"  é ol subtítulo deste livro, editado pela asociación Paz con Dignidad, OMAL e a editorial Icaria"
(tradução pcless@ do original CubainformacionTV parte 1) - veja a segunda parte desta entrevista com Alejandro Teitelbaum
 Como diz Alejandro, os movimentos sociais pedem um mundo possível; nós precisamos de um mundo necessário, eficiente as ricos aos pobres e a toda natureza submetida à "Seleção Natural", ou como disse Karl Marx: "A cada um de acordo com a sua capacidade, a todos de acordo com as suas necessidades".
Assistam a continuidade da entrevista a imagem é profissional e Alejandro é entrevistado por um simpático periodista. Aos que não se entendem com o portunhol, aprendam, esta é nossa língua híbrida em América del Sur.
Sem preconceito linguistíco, o espanhol é a língua que possui maior quantidade de livros publicados e... '"QUEM NÃO LÊ, NÃO É>"

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

RONALDO - LIVREIRO: Na falta de um Bin Laden de verdade, por Leandro Fortes

NONADA
A informação circulante é uma das signagens de nosssa era, da sociedade em rede. O Twitter limita o espaço e o blog amplia.
Enquanto não decidem o direito autoral, vamos arriscar; acho que devemos divulgar o que os amigos estão lendo ou leram de significativo. Então vamos lá !

RONALDO - LIVREIRO: Na falta de um Bin Laden de verdade, por Leandro Fortes

Afinal a quem pertence o conhecimento? Como mensurá-lo?


Teleteclação

Nova Era e Eterno É


Na Sociedade da Informação a manipulação das informações são comunicadas em telas óticas. Guetemberg, por certo, não se assustaria com tal transmutação pois o conteúdo da informação comunica processos cognitivos de emissão e recepção de mensagens por um MEIO.

Como dizia McLuhan: "O MEIO É A MENSAGEM" e, para além da sociedade de consumo, ou da comunicação de massa, nosso querido poeta e semiólogo Décio Pignatari acrescentou humor à frase do comunicólogo canadense: "O MEIO É A MASSAGEM'.

Era Gutemberg, ou dos tipos móveis, da imprensa, do livro, do jornal diário, das revistas e públicações avulsas, do linotipo, emparelha os processos técnicos e artísticos num fazer artesanal, manual. Talvez a era Digital transfere o esforço decisivo da criação para os sentidos periféricos do corpo, deixando ao interior a sensibilidade e o talento coletivo. 

@NONADAs: Flores para o natal 2010

@NONADAs:

 Sir John Winston Lennon para o natal 2010


imagem: escrita chinesa para CRISE
 NONADA

@NONADAs: Flores para o natal 2010

@NONADAs: Flores para o natal 2010 NONADA

@NONADAs: Flores para o natal 2010

@NONADAs: Flores para o natal 2010 NONADA

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Flores para o natal 2010

NONADA


Natal é dar e receber presentes, afetos, esperanças, alegrias, encontros, enquanto se é criança ou adepto de alguma crença religiosa. Acredito no Cristo Menino, de Belém, em Jesuralém, aquele que dizia: "Amai-vos una aos outros". Ele morreu na cruz, ressuscitou em nossas mentes. 
Continuo ateu, sem crença a professar,  não espero um nascimento mágico neste Natal, mas tenho esperanças e acredito que urge salvar o homem de si próprio, para os que pensam no próximo com amor o natal será feliz..



"Ajude as pessoas que choram a ser capazes de
fazer alguma coisa pela causa dos tombados,a
não deixá-los morrer em vão.
Embora possa sentir desepero e um profundo
cansaço,você não deve abdicar de uma liderança que
significou muito para a humanidade."
John Lennon



Mataram aquele que disse: "Verde que te quero Verde"; também o que disse: "Amai-vos uns aos outros"; idem ao que disse: "Dê uma chance à paz". 

A indústria belicista, que produz a morte e os lucros em alta escala, continua a crescer no mundo ; duas grandes guerras mundiais e diversas locais, não significaram um alerta à vida dos seres humanos e de nossa casa Terra, que sucumbe em lágrimas de chuvas ácidas..

"A DOR DA GENTE NÃO SAI NO JORNAL"_ Chico Buarque de Hollanda

No corredor interior da escola particular, Izabella Hendrix. em Betim, Região Metroplolitana de Horizonte, o professor de Edcação Física, Kassio Viniciu Gomes, 39 a, foi surpreendido pelo aluno Amilton Loyola, 23 anos, que lhe desferiu um golpe de faca, mortal, profissional, perfurando o diafragma e atingindo o coração,  no tumulto do corredor da escola Hendrix nem seu grito foi ouvido.Estudantes e enfermeiros que prestavam os primeiros socorros, enquanto o assassina fugiu, calmamente, solitário, sem conversa, como sempre viveu ali, segundo depoimento dos colegas.

Todas as mídias nacionais focaram suas lentes nessa barbárie, que mostra a banalização do crime nas escolas, bem como em nossa sociedade.

A família, estarrecida, após ter vivido cena semelhante há um ano, quando o pai foi assassinado a facadas durante assalto na casa de praia em que passavam férias; só pode contar com a forte comoção, solidariedade e afetos dos parentes, amigos, estudantes e cidadãos, que se aproximavam nestas horas tristes, em que sonhos e esperanças se turvam em lágrimas. 

Como buscar a paz emtre os homens? Como acreditar na educação? num mundo educado pela televisão, pelo capitão Nascimento das Tropas de Elite, pelas catástrofes naturais e provocadas pelos homens? Perguntas sem respostas, às vezes imobilizadas pela angústia e a depressão, doenças de nosso século.

Ninguém entende a morte covarde de um educador, querido por seus alun@s,  que participava de caminhadas, montanhismo, distribuindo fé e alegria, uma vida digna que tomba nas mãos de um canalha, cujo crime será justificado por argumentos hipócritas, psicóticos, patológicos, esquizofrênicos, de um sistema de educação e social que caminha para a falência, se não nos tornarmos libertários.

A impressa noticia o fato, repercute a tragédia, a família e os amigos enterram o morto, eleras-se missa de sétimo dia e o paraíso é a garantia que Kassio leva de deus. A dor permanecerá para sempre no coração de sua família, que se consola na crença em um Deus Justo. Entre nós, simples mortais habitantes deste planeta condenado ao fim, o que muda? Apenas a cena do crime? E nossas consiciências? E o nosso direito de legislar sobre nossas vidas, libertário e não libertinário como o que rege as orgias e falcatruas dos políticos? Há esperança sim, neste natal vamos cuidar do nosso jardim, inteior, visitado por nossos amores e por nossa solidão.

Até quando os nossos mestres, tão significativos em nossa formação humana, em parelha as famílias e comunidade,  continurão sujeitos à banalização da violência nas ruas, praças, escolas (particulares e públicas), assustados, ameaçados e não mais felizes no ato de educar; apesar dos baixos salários, do assédio moral do gestores capitalistas, sem cair na mesmice, no banal que se vê nos quadros docentes da maioria das escolas, que servem ao modelo (neo)neoliberal de ensino; desmotivados na vida e na profissão que escolheram por amor e vocação.

Vivemos num mundo onde nos escondemos para fazer amor! Enquanto a violência é praticada em plena luz do dia.
John Lennon

Nossos Governos investem na inclusão digital, mas esta tecnologia é ineficaz se nossas escolas cerram suas portas com medo, e os mestres caem doentes, incapacitados de fazer prevalecer a disciplina, o respeito e a dignidade pelo ser humano.

Querem ensinar batedores a serem campeões de "porrada", soldados valentes a matar pela guerra; hábeis operadores de sistemas informacionais; mentes utilitárias, que não foram produzidas para pensar e sim, submissas; tecnocratas, eficientes com garantia de empregabilidade e salários para consumir?

Os governantes investem mais em armas do que em educação, saúde, transporte coletivo público, moradia. Desta grande ceia de Natal, em que o Brasil comemora sua escalada  para sétima economia mundial em 2011, "ficamos com as batatas". Alguém duvida? Reclame no Procom, vale a pena?..

LA IMAGEN - Nova York, 30 anos depois, rende homenagens e chora o brutal assassinato daquele que disse: "All need is love", Jonh Lennon 

John Lennon Feliz Navidad FELIZ NAVIDAD

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Escuelas indias parte 1.mpg

NONADA
Com a droga pesada (crack) invandindo a cabeça de crianças e jovens, as escolas precisam rever seus métodos arcaicos. Um exemplo está na Índia, comparem os métodos de duas escolas privadas, que aplicam meditação, liberdade e união em suas aulas.
Muy bien. Somos brasileiros e não temos prática de bailar pelo "astral", meditação transcendental é coisa dos hippies que sorriam, cantavam e bailavam com suas roupas coloridas, entregando flores aos soldados que se drogavam no Vietnan para suportar tanta crueldade contra um povo que, ao fim, ganhou a guerra detonada pelos USA, nos anos 1960.
Bem, pratiquem nossa segunda língua latinoamericana: el español: "HAGAN SILENCIO (BOCA CERRADAS: ESCUCHEN SU RESPIRACIÓN!) PARA NO MOLESTAR LAS ABEJAS!. NO TENGAN MIEDO!
EDUCAOMUNICADORES, a educação mudou, interessa o processo; o mundo mudou com a ERA DIGITAL, mesmo sem sincronia, som e imagem chegam pelos quatro cantos da nossa cabeça, de nossa sala, de nossas casas e do mundo.

Como Jesús se Convirtió en Cristo Parte 1 (Español)

NONADA
Silêncio. O sorrizo de uma criança e o perfume de uma flor bastam para sentir a presença do vazio a ser preenchido com amor em nossa espiritualidade.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

CÓPIA

"Nasceste no lar que precisavas. Vestistes o corpo físico que merecias. Moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com o teu adiantamento. Possui os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais - nem menos - , mas o justo para as tuas lutas terrenas. Teu ambiente de trabalho é o que elegestes, espontaneamente para a tua realização. Teus parentes, amigos são almas que atraístes, com tua própria afinidade. Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle, tu escolhes, recolhes, eleges, atrai, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência. Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes, fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência. Portanto, não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos, reprograma a tua meta, busca o bem e viverás melhor. Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo Fim". (Chico Xavier)
NONADA
Em nossa caminhada vidafora, tropeçamos em palavras, frases, parágrafos, capítulos, livros, dicionários, fotografias, cenas de cinema e de novelas, telejornais, realidades que não nos pertencem, mas que representam o mundo que vivemos, não o que somos, ou que criamos como meio de vida; são repesentações do que somos, o que fingimos ser. Daí discutir pertencimentos do direito autoral no ciberespaço, via copyright ou copyleft, cabe, por analogia, aos debates sobre a validade das ideologias capitalistas e socialistas (comunistas) na época da Guerra Fria. Mentira. Hipocrisia; coisas que não interessavam ao Caio F. Abreu que queria apenas viver feliz e em paz no seu jardim florido, em Pôrto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, Brasil.

A foto do mineiro Chico Xavier colada na cabeça deste post, legendada com texto de Chico, a quem pertence??? Encontrei essa pérola no blog FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER que cheguei, por acaso, na busca pelo poeta, dramaturgo e escritor Caio Fernando Abreu (1948-1996); me sentia encantado após assistir a leitura teatral dos alunos do Teatro Universitário (TU), do texto "Zona Contaminada", escrito pelo artistas gaúcho.

No pequeno espaço da biblioteca pública do Centro Cultural Padre Eustáquio, Belo Horizonte, senti a presença de Caio na leitura dramática daqueles jovens atores e atrizes que, num gesto de amor e doação profissional, transmitiram, através da oralidade e do sentimento, o espírito do texto deixado por Caio,  que partiu num rabo de foguete, contaminado pelo mal do século: o vírus do HIV, que se reproduziu na desumanização da terra, na falência dos sistemas públicos (saúde, educação, segurança etc) e na indiferença ante o sofrimento alheio pontuada pelo prazer de ser igual ao "outro" possível, vacinado, asséptico, integrado na prevenção e controle do sistema, com sua taxa de resiliência alta, adaptado ao sistema em VIGOR. 

O Chico surge no blog da educadora Silvana Nunes, enunciado em comentário no blog CAIO FERNANDO ABREU, da Analice, que ainda não apareceu nesta história, e, parece está meio fora da "blogsfera" . Essa postagem, feita nesta noturna quarta-feira fria, de um agosto, sem gosto, mas com sabor de esperança e fé, emanada do encontro fortuíto com aqueles jovens artistas do  TU- UFMG.

Meio trôpego, pois o invisível é o real neste post, entre hiperlinks, sensações e cuidados com a plagiação do dito, interdito pela mentira, brincadeira, nonada, pois a vida é que é coisa séria de se viver.

Fico com a frase do dia: "El espírito se libera sólo cuando deja de ser un soporte" Franz Kafka.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

MAITÊ PROENÇA: entre pedras e hipócritas.

NONADA


"TUDO VALE A PENA SE A ALMA NÃO É PEQUENA", disse Fernando Pessoa.

Os futriqueiros, abutres, críticos e alpinistas inetelectuais que das academias universitária$ e redações a serviço da mercadotecnia midiológica não sentem, não ouvem e nem veem o significado pleno de um gesto feminino autêntico, como da atriz, diretora e escritora brasileira, Maitê Proença, solto no ar, além do banal, blogado por Sonia Racy, do jornal O Estado de São Paulo e recuperado pelo Anonymous User do Google Blog, em 8 de agosto de 2010.
"Tudo que presta vem da alma. Caso contrário, é tese de doutorado ou matéria jornalística. De forma mais ou menos velada a gente escreve sobre si mesma." fala de sua escritura Maitê Proença

O blogueiro Luiz Carlos Azenha comenta a opinião política da artista com sarcasmo endossado pela mediocridade dos comentaristas de seu post: "vi o mundo: o que você não vê na mídia",

Maitê é como o silêncio, que, geralmente, diz muito mais e, aquariana, não fica em cima do muro; produz imagens de realidades distintas e está ao lado daqueles que lutam com solidariedade pelos que são excluídos, como os loucos, da sociedade da mercadotecnia, enlaçada às misérias humanas.

Darcy Ribeiro disse em público, após tocar forte com seu cajado sobre uma escultura de Lisboa, em visita a Portugal, em presença de autoridades lusitanas: "Lisboa foi reconstruída com o ouro do Brasil"... A história nos lembra do terremoto de 1775 e das lendas apocalípticas e do retorno de Dom Sebastião.

O BRASIL NÃO CONHECE O BRASIL
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O pensador midiático contemporâneo francês Edgard Morin, nas viagens ao Brasil,  ficou "encantado" com nossa gente cabocla, híbrida na raça, multicultural, com raízes cromossômicas de portugueses, africanos, europeus, asiáticos e lunáticos>
Brasileiro é signo novo de gente que ri quando deve chorar e pode "desafinar o côro dos contentes", oportunitas, individualistas, que se beneficiam tirando proveito da situação.
Deixo burros e asnos em suas cocheiras, ou como escreveu  Cervantes e seu Dom Quixote: "Mais vale a estrada que a estrebaria"... seguimos viagem pelo ciberespaço, que sejam bem vindas as redes de inteligência e sentimentos verdadeiros de REVOLUÇÃO DIGITAL.

Proença, vai  além dos refletores, câmeras e maquiagem: as imagens não mentem, são o que são, representações da realidade, retocadas na edição, sonorizadas, manipuladas etc.Quanto à percepção d@ sujeit@ observador das ima-gens, essa depende de sua bagagem cultural, política, ética, moral; de sua consciência individual, social e humana.

Na entrevista à blogueira do ESTADÃO, Maité cita entre suas preferências políticas para a presidência dp pontobr, a senadora Marina Silva, que não tem o "glamur" global, nem a empáfia tucana, mas posui a fé da "gente humilde", simples - não digo simplórios. Marina tem consigo a simplicidade do povo pobre, ribeirinho, barranqueiro. Com os sentidos ocultos da floresta; guerreira não teme o combate, é "ôlho no ôlho", nos links da internet só não conta com os marqueteiros e suas pesquisas de intenção de voto, que nunca aparecem em  nossas casas fora da tv. Esses números e gráficos influenciam na credibilidade da MARCA, neste caso o político, e a mídia tradicional, de massa, cuida da imagem e da performance do vencedor, atecipando as urnas e a precisão de suas verdades representadas.
Dizem que a internet e os jovens elegeram Obama nos EUA. Aqui, no ponto br, a conexão não é "banda larga" e a galera vai no campo para assistir ao jogo e aplaudir o campeão. No debate entre os canditados pelas mídias eletrônicas, as regras são racionalizadas pelo tempo do "show bussines" , do espetáculo cujo limite é a propaganda, o comercial, a inversão do espaço público pelo privado.
Bem, Deus sabe o q faz é pede vigilância. Enquanto não perdermos o "gosto amargo da tristeza", teremos na alma as memórias da criança de olhar sincero, coração esvoaçando de alegrias; daremos cusparadas e risadas por aí, sem medo do pecado e do juízo final, pois afinal ainda cremos que vamos "tomar de assalto" o paraízo perdido por Adão e Eva, ou roubado da negra Luzia e sua gente, hoje fóssil milenar, desenterrado do tempo de nossos ancestrais humanóides, que brincavam nos campos silvestres de Lagoa Santa, em Minas Gerais.
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SEXO NO CARRO

"Bibi, fonfon! Não pare na pista, [...] senão o carro pode te pegar". Raul Seixas.

Da terra dos Beatles e dos Rolling Stones vem a nova moda: o: DOGGING, (passear com cachorros?).
É só acender os faróis ou as luzes internas do veículo e o sinal está dado para a platéia se divertir na brincadeira erótica "que mistura exibicionismo,voyeurismo e swing e deve ser obrigatoriamente feita ao ar livre e à noite" - Veja no blog: Fala De Sexo.Bem cachorrada na rua quando encontra fêmea prenhe, "corre atrás" e apenas um é o escolhido para a reprodução.
A  cena canina de rua sempre termina com a molecada se divertindo ao redor do casal que fica preso pelo rabo, cada um virado para um lado; gente escondendo a cara e até gente jogando balde de água quente pra separar a semvergonhice da cachorarrada.
No carro, os faróis e luzes internas realçam o espetáculo em tempos de internet 1, 2 e 3.0.
Cães e hominídeos têm muitas semelhanças, se diferenças de capacidades cognitiva e amorosas.
BIBI! FONFON!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

@NONADAs: Jornalista, sim senhor!

@NONADAs: Jornalista, sim senhor! NONADA

Jornalista, sim senhor!

NONADA.
Escuto dos comentaristas da rádio bandnews, pela manhã de hoje, que "alguns" andam dizendo que o técnico convidado para ser a "bola da vez" no comando da seleção 2014, Muricy, não aceitou por "mêdo". Ter mêdo é humano, porém, o que os jornalistas da Band assinalaram foi a postura ética do técnico ao respeitar as cláusulas de seu contrato e a decisão da presidência do time em que atua como técnico, o que não conta para "alguns". Opiniões divergem, daí se constrói a democracia latinoamericana. Lobo Zagalo também viu essa negativa do Muricy como vacilo diante de uma oportunidade única. Até entendo o Zagalo, ele é do tempo em que vigorava a "Lei de Gerson" da publicidade: "Eu só quero é tirar vantagem", ou como diziam os Tropicalistas baianos no exílio londrino em "Eles" - "eles vivem no dia de amanhã/ .../guardam dinheiro no dia de amanhã/.../a farinha é pouca, meu pirão primeiro".

Vejo um bom debate aqui: a crise da ÉTICA. É o caso da ética jornalística. Vc trabalha para uma empresa, cujo foco de negócio é imprensa, informação jornalística. Muitos optam pelo obediência e observância das "regras do jogo" estabelecidas pela administração, ante o medo do desemprego: se calam; outros já são calados pelo próprio caráter, que forma jornalista, médico, advogado, engenheiro, motorista, padeiro, carpinteiro, taxista etc..
Conquistei meu diploma de Comunicação entre o trabalho,  a família e as idas e vindas às aulas na Universidade Federal de Juiz de Fora. Em 1984 recebi o bacharelado em Comunicação Social, especialização: Jornalismo. Estagiários já ocupavam assento nas redações de jornais anti éticos de JF, o que não vi no jornal Tribuna de Minas, que trabalhei como repórter de polícia, mal saído dos bancos universitários que,além do conhecimento adquirido, valeram pela cervejada com os colegas de sala de aula.
Aqui em Beagá, dez anos de experiência em Produção, na antiga TV Minas, hoje Rede Minas, além da "militância" no Sindicato dos Jornalistas (anos 90), consolidaram minha vocação de fé: a causa pública.
Poderia ser médico, como queria meu "velho", Jurandyr; mas destino é a gente que faz, enquanto a educação e a "ética vem de berço" explêndido. Ser jornalista é diferente de ser escritor, por razões estéticas e vocacionais, embora a escrita seja a base do conhecimento de ambos, às vezes a necessidade de sobrevivência pesa mais e o escritor se submete às regras do jogo - ao se tratar de ética,  não se discute. NONADA.


REUTERS/Krishnendu Halder (INDIA - Tags: SPORT SOCIETY
Leio no twitter que só a Marina Silva aceitou o debate com os internautas, que automáticamente foi cancelado. Muito jornalista blogueiro ficou "com a pulga na orelha"...
Modernidades são revoluções, a humanidade avança no conhecimento e na alegria de viver um mundo melhor.Vida Digital.

Reproduzo recortes de texto da publicação eletrônica do IHU e reflito: a honra de uma pessoa pode ser comprada? existe o crime perfeito? milagres acontecem? - respostas explodirão no vento, como cantou Mr. Zimmerman, ou Bob Dylan.

Vamos lá! a Copa Mundial de Futebol de 2014 está longe, mas as eleições presidenciais do Brasil estão aí e para a juventude digital o debate já começou, antes das mídias televisivas, radiofônicas e impressas..

Frases do dia no IHU: 
Medo
“Ah, eu tenho... medo, não. Eu tenho um sentimento. Eu tenho 61 anos. Já tá ali... Tu vai me dizer: "Vai viver até os 80". Ok. Mas são tão poucos anos. E é tão boa a vida! Podia durar mais uns 35 que valeria a pena” – Luiz Felipe Scolari, técnico do Palmeiras – Folha de S. Paulo, 26-07-2010.
“É que eu não queria [morrer]! Mas sei que vou, né? Só que é tudo tão bom, eu vivi tão bem esses anos, tão feliz, desde minha infância até agora, que eu não noto que já tenho 61. E às vezes eu ouço: "Fulano morreu". Morreu? "Tava com 75 anos." Aí dá um [põe a mão no coração e suspira] opa! Pra mim só faltam 14!” – Luiz Felipe Scolari, técnico do Palmeiras – Folha de S. Paulo, 26-07-2010.
Eternamente louco
"A recíproca é verdadeira, eles me conquistaram também. Sou eternamente louco" –Mano Menezes, técnico da Seleção Brasileira, emocionado com o apoio da torcida corintiana – O Estado de S. Paulo, 26-07-2010.

No blog FRASES PROTESTANTES - sem meias palavras, encontro um post que tem tudo a ver com essa conversa solitária de hoje, que até pode ser reeditada amanhã, pois o comando oscila entre o homem e o poder das elites, enquanto a revolução do povo não acontece "de Fato e de Direito".
Frases sobre a mente, intelecto, razão
É bom ter a mente aberta, desde que ela não esteja aberta em ambas as extremidades. Doug Barnett. Disponível em: <http://frasesprotestantes.blogspot.com/2009/03/frases-sobre-mente-intelecto-razao.html>. Acesso: 26.Jul.2010. Que, ateu cristão, entendo que não se pode servir a dois deuses (Deus e o dinheiro, p.ex. biblíco) quando o momento exige a unidade; na tríade da semiótica há lugar para o "dedo de Deus" nas categorias, tríades do signo. 

Por fim, caros blogueiros, vamos participar da enquete do Insituto Humanitas da Unissinos (IHU) do Rio Grande do Sul, do nosso pampa do coração brasileño, e ver no que daria um segundo turno na presidência do Brasil: MARINA X DILMA, Pau-a-pau, ou melhor, mulheres a vista na arena política: a Twittosfera se movimenta com #euquerodebate. 

Na galeria de slides; IMA-GENS que perpassam o tempo histórico de seu click: MIRADA ELETRÔNICA

Paulada/ Nonada.